14 de agosto de 2024
Notícias do Estado

Campanha de Vacinação contra Poliomielite e Sarampo começa na segunda-feira

Começa na segunda-feira, 06, a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e Sarampo. Cerca de 170 mil doses de vacinas estarão disponíveis em 66 postos de saúde da Prefeitura de Goiânia durante todo o mês de agosto. A abertura será realizada pela secretária municipal de Saúde, Fátima Mrué, às 8h, no Centro Municipal de Vacinação e Orientação ao Viajante, no setor Pedro Ludovico, região Sul da Capital.

Diante da circulação do vírus do sarampo em algumas regiões do Brasil e da necessidade de manter o país livre da poliomielite, o objetivo da campanha é imunizar crianças na faixa etária que vai de um a quatro anos e onze meses (menores de cinco anos). A orientação é que os pais ou responsáveis apresentem cartão de vacinas para avaliação do histórico e atualização do documento.

Em Goiânia a meta é vacinar 80.286 crianças, o que corresponde a 95% do público-alvo. A gerente de Imunização da Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia, Grécia Pessoni, explica que a participação de pais e responsáveis é fundamental para manter a cidade livre das doenças. ‘Como já existem casos de sarampo no país, é muito importante levar as crianças aos postos de vacinação para tomar as doses da vacina e protegê-las contra a doença’, destaca a gerente.

Esquema

Durante a campanha será administrada uma dose extra da vacina oral (gotinha) contra a poliomielite (VOP) em crianças que já tenham recebido uma ou mais doses da vacina injetável (VIP) ou até mesmo da VOP. Para a prevenção do sarampo será disponibilizada a vacina tríplice viral, que além do sarampo, protege também contra a caxumba e a rubéola.

Situação epidemiológica

Apesar da confirmação de sarampo em outras cidades, não há registro da doença em Goiânia. A última notificação em Goiás ocorreu em 1999. Grécia Pessoni explica que a ‘doença é altamente transmissível e pode cursar com sérias complicações e evoluir para o óbito’. A campanha contribui para manter o estado de eliminação da enfermidade em na Capital e no Estado.

Em relação à pólio, não há casos desde 1989 no Brasil e a doença é considerada erradicada no país. Entretanto, a existência de notificações da circulação do vírus em três países representa uma ameaça às áreas livres da poliomielite. ‘Manter altas coberturas vacinais é de extrema importância para que o país continue livre do poliovírus. A vacina é a proteção mais efetiva’, pontua a gerente da SMS.

No ano de 2017 a cobertura vacinal para a poliomielite na Capital foi de 80,5% e de sarampo 80,9%. 


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