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Servidores aprovam fim da greve da Educação na rede estadual

Depois de 40 dias em paralisação, servidores da Rede Estadual da Educação filiados ao Sintego fizeram assembleia na tarde desta terça-feira (25) e deliberaram pelo fim da greve a partir do dia 2 de maio. Professores e funcionários administrativos aceitaram proposta apresentada pelo governo de Goiás, na última segunda (24).

Pontos acordados

Na negociação com o governo do estado, o governador de Goiás, Marconi Perillo e a secretária de Educação, Cultura e Esporte, Raquel Teixeira, foi autorizado 21% de reajuste para os administrativos; 34% de reajuste para os professores temporários; 1.000 vagas para concurso público; 7,64% de reajuste para todos os efetivos; Fim do quadro transitório, que se equipara ao P3; Criação do auxílio-alimentação no valor de R$ 500,00 para todos os servidores da educação (efetivos e temporários)58% de reajuste no Pró-Escola; 20% de reajuste na merenda escolar; Gratificação para todos os professores das escolas de tempo integral.

A presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Educação em Goiás (Sintego), Bia de Lima destacou que foi uma vitória histórica, pois haviam pontos que estavam sendo negociados há 15 anos.

“Nós chamamos uma greve. Ficamos 40 dias diferentes das demais que fizemos das demais. Esta vitória é de cada um. Nós aprovamos a proposta hoje. A categoria ficou satisfeita. Foi uma conquista importantíssima”, declarou a presidente do Sintego.

PEC do Teto de Gastos

Ao Diário de Goiás, Bia de Lima, explicou que ainda há um desafio importante que é a tentativa de se retirar da PEC do Teto de Gastos que tramita na Assembleia Legislativa, a área da Educação. Deputados da base do governo apresentaram nesta terça feira, votos em separado, na Comissão de Constituição de Justiça retirando Educação e Saúde da PEC. A análise deverá ocorrer ainda nesta semana.

“Agora nós temos um grande desafio que é a PEC. Nós estamos lutando para que seja retirada a Educação de dentro da PEC, estamos trabalhando junto com os deputados, porque como a Educação tem verba vinculada, não precisaria estar dentro disso. Estamos trabalhando para sair disso, inclusive para tentar salvar o quinquênio e as promoções de cada profissional da Educação”, declarou Bia de Lima.

Samuel Straiotto

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