A Prefeitura de Goiânia, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, iniciou as primeiras testagens em pessoas que foram triadas pelo aplicativo Dados do Bem, desenvolvido pelo Governo de Goiás e quem tem a parceria da prefeitura. Na primeira testagem em uma unidade municipal 74 pessoas foram agendadas pelo aplicativo e 48 compareceram para a coleta de amostra do teste RT-PCR. Mais 200 amostras serão coletadas ainda esta semana.

As coletas foram realizadas na unidade piloto USF São Francisco e em outras três unidades de forma experimental em relação à logística e funcionamento do app. Estarão em teste a USF Novo Planalto, USF Recanto das Minas Gerais e Ambulatório do Ciams Novo Horizonte. O Hospital de Campanha, unidade estadual, também está fazendo a coleta das amostras.

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O aplicativo é coordenado pelo Governo de Goiás e pela parceria a prefeitura disponibiliza algumas unidades de saúde e mão de obra para fazer a coleta do material nas pessoas selecionadas. O APP funciona da seguinte forma: após a instalação do aplicativo o usuário irá preencher um questionário de autoavaliação de saúde. Caso o aplicativo identifique que o paciente apresenta sintomas de síndrome gripal e possui um alto risco de infecção por Covid-19, este será convidado a fazer um teste. Ao aceitar fazer o teste, o paciente receberá um QR Code com data, horário e local onde deverá comparecer para realizar a coleta de amostra para a testagem.

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Todas amostras coletadas são encaminhadas para o Lacen e levadas posteriormente para a Fundação Oswaldo Cruz (FioCruz), no Rio de Janeiro, que também é quem disponibiliza os kits de coleta, com exames RT-PCR. A Fundação também é responsável pelos resultados da testagem em massa. Se o teste do paciente for positivo, este poderá indicar 5 pessoas com quem teve contato para fazer a autoavaliação pelo app.

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O aplicativo “Dados do Bem” foi lançado no dia 22/07 e tem como objetivo ampliar a testagem em Goiânia, e promover o rastreamento e monitoramento de pessoas com suspeita da Covid-19, por meio da tecnologia de geolocalização. Com os dados coletados, será possível acompanhar em tempo real a evolução da epidemia nos centros urbanos.

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