Economia

Apesar de queda no Brasil, setor de serviços cresce em Goiás

O setor de serviços, em Goiás, cresceu 8,2% em outubro na comparação com o mesmo período de 2021 e atingiu a 21ª alta consecutiva. O resultado é um crescimento de 9,0% no acumulado de 2022 e de 8,7% no acumulado dos últimos 12 meses. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta terça-feira (13/12).

A alta registrada em outubro foi puxada principalmente por transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio, que subiu 26,1% no mês, na comparação com igual período do ano anterior, sendo o 20º aumento seguido. Desta forma, a categoria acumula variação de 25,6% no ano de 2022 e de 23,9% em 12 meses.

Em seguida, as categorias que mais se destacaram foram outros serviços (12,1%); serviços prestados às famílias (0,5% em outubro e 19,0% no acumulado do ano) e serviços profissionais, administrativos e complementares (0,3%).

O volume de atividades turísticas, em Goiás, subiu 4,0% no acumulado do ano, registrando a 19ª alta seguida, apesar da queda de 1,8% na passagem de setembro para outubro, na série com ajuste sazonal. Com isso, o turismo goiano acumula um crescimento de 20,6% de janeiro a outubro de 2022 e de 19,6% nos últimos 12 meses.

Na comparação com o mês anterior, contudo, o volume de serviços goianos apresentou queda, com variação de -1,2%, na série com ajuste sazonal, e acompanhou o nacional, cuja queda foi de 0,6% na passagem de setembro para outubro, interrompendo sequência de resultados positivos.

“Goiás registra crescimentos importantes nos últimos anos, mesmo com a pandemia. Tivemos quedas, mas, por outro lado, altas significativas. Basta apontarmos o crescimento de 8,2% agora em outubro, na comparação com 2021, e a 21º alta consecutiva. Avançaremos ainda mais”, afirma o titular da Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Serviços (SIC Goiás), Joel de Sant’Anna Braga.

Queda no Brasil

O crescimento do setor de serviços em Goiás ocorre em meio à queda no Brasil durante o mês de outubro, quando recuou 0,6%, também de acordo com o IBGE.

O dado a nível nacional interrompeu uma alta de cinco meses consecutivos, com ganho acumulado de 4,9% nesse período. A base de comparação pode explicar o resultado negativo.

“Algo que contribuiu para o resultado de outubro foi a base de comparação elevada após o setor de serviços ter alcançado no mês passado o valor mais alto da série histórica”, disse o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo.

“O nível mais elevado se deve principalmente à prestação de serviços voltados às empresas, em que observamos como grandes expoentes as empresas que prestam serviços de tecnologia da informação”, complementou.

Marcelo Mariano

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