Quando o Amor Dói: O Lado Neurocientífico da História

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O cérebro em amor é um maestro de hormônios e neurotransmissores.

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Oxitocina fortalece laços, criando conexões emocionais profundas.

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Rejeição amorosa ativa áreas de dor, semelhante à dor física.

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Amor duradouro muda o cérebro, reforçando vínculos e satisfação.

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Paixão é como vício, ativando centros de recompensa cerebrais.

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Neurociência explica comportamentos amorosos através de reações químicas.

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Amor não correspondido pode levar a alterações neuroquímicas significativas.

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Criação:  Isabel Santos

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