Essa característica tem vínculo com o desenvolvimento do Alzheimer.

Foto: Reprodução/ Internet

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Uma análise feita pelo Imperial College London aponta para uma possível relação entre hábitos matutinos e o Alzheimer.

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Mais de meio milhão de indivíduos foram analisados, revelando que pessoas com risco genético duplicado para Alzheimer tinham maior probabilidade de  ser matutinas.

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Não significa que hábitos matutinos causem demência ou que todos os madrugadores terão Alzheimer.

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Pesquisadores veem essa relação como um possível indicativo precoce da doença.

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Pessoas com risco genético de Alzheimer eram mais propensas a ser matutinas, mas os traços de sono não afetaram diretamente o risco da doença.

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Alzheimer é uma doença neurodegenerativa progressiva, afetando memória, pensamento e atividades diárias.

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Centros de referência no Brasil oferecem tratamento multidisciplinar e medicamentos para pacientes com Alzheimer.

Criação:  Guilherme Borba Imagens:  Divulgação