A saúde pública no Brasil está apreensiva com o avanço da sífilis.

Foto: Reprodução/ Internet

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A sífilis teve um aumento significativo no primeiro semestre de 2022, gerando preocupação nas autoridades de saúde.

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No período mencionado, foram registrados 79,5 mil casos adquiridos, 31 mil em gestantes e 12 mil congênitos.

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A disseminação da sífilis é nacional, com destaque para a região Sudeste que concentra metade dos casos.

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Dados de 2022 indicam que os índices devem se assemelhar aos de 2021, quando houve 167 mil novos registros, incluindo infecções em gestantes e congênitas.

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A maioria dos casos de 2022 foi em homens (60,6%) e nas faixas etárias de 20 a 29 anos (35,6%) e 30 a 39 anos (22,3%).

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A situação é atribuída à falta de conscientização, redução no uso de preservativos, acesso limitado a cuidados de saúde e diagnóstico tardio.

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A sífilis em gestantes coloca em risco a saúde tanto da mãe quanto do filho, podendo levar a complicações sérias.

Criação:  Cauã Sena Imagens:  Divulgação