18 de julho de 2024
CASO AMANDA PARTATA • atualizado em 03/01/2024 às 11:21

Viúvo afirma que não queria que idosa comesse o bolo de pote levado por Amanda

Em depoimento para a Polícia Civil, o viúvo afirmou que a idosa também tinha diabetes, mas não queria desagradar a Amanda
De acordo com o viúvo de Luzia, ele viu a esposa e o filho “agonizarem de dor". (Foto: reprodução)
De acordo com o viúvo de Luzia, ele viu a esposa e o filho “agonizarem de dor". (Foto: reprodução)

O viúvo de Luzia Tereza Alves, que morreu envenenada junto com o filho, relatou para a polícia que não queria que a esposa comesse o bolo, mas não quis desagradar a Amanda Partata, presa suspeita pelo envenenamento. As mortes aconteceram entre os dias 17 e 18 de dezembro, quando Amanda foi até a casa da família do ex-namorado e levou café da manhã, entre os itens o bolo no pote.

O viúvo de Luzia e pai de Leonardo, João Alves Pereira, de 82 anos, prestou depoimento para a Polícia Civil (PC) dez dias após o crime, no dia 27 de dezembro. Segundo João, ele não comeu o bolo no pote por ter diabetes. Durante o depoimento, o idoso afirmou que a esposa também tinha diabetes e por esse motivo teria pensado em pedir que Amanda não desse o doce para a mulher.

Entretanto, ele não teve coragem de desagradar a Amanda. De acordo com o viúvo de Luzia, ele viu a esposa e o filho “agonizarem de dor” após comerem o bolo.

Relembre o caso

No dia 17 de dezembro, a advogada Amanda Partata foi até a casa da família do ex-namorado levando o café da manhã. Entre os itens havia pão de queijo, biscoitos, suco e bolos no pote, os quais estavam envenenados.

Na casa estavam Leonardo, pai do ex-namorado da investigada; Luzia, avó do ex-namorado; e João, avô do ex-namorado, sendo ele o único que não tomou o café da manhã. Leonardo e Luzia, por sua vez, começaram a passar mal e morreram em menos de 12 horas após a ingestão dos alimentos.


Leia mais sobre: / / / / Cidades

Maria Paula

Jornalista formada pela PUC-GO em 2022 e MBA em Marketing pela USP.