O jornalista e colunista Helton Lenine Oliveira morreu nesta quinta-feira (2), aos 72 anos, em Aparecida de Goiânia. Com trajetória consolidada na cobertura política em Goiás, ele atuou em veículos de imprensa, rádios e também na comunicação institucional em assessoria de governos e órgãos públicos.
Natural de Formosa, Helton Lenine construiu carreira no jornalismo político, com passagens pelo Diário da Manhã, e por O Popular, sempre integrando a editoria de Política. Também atuou como correspondente do jornal O Estado de S. Paulo e trabalhou nas rádios Brasil Central AM e FM. Ao longo da carreira, presidiu o Clube dos Repórteres Políticos.
Na área pública, exerceu funções estratégicas na comunicação. Foi secretário de Comunicação de Aparecida de Goiânia, na gestão de Maguito Vilela, além de ter ocupado o mesmo cargo em Anápolis. Também chefiou a Assessoria de Comunicação da Assembleia Legislativa de Goiás e integrou a assessoria de imprensa do governo Iris Rezende.
Servidor de carreira, era aposentado do Tribunal de Contas do Estado de Goiás (TCE-GO). Atualmente assinava colunas nos jornais Diário de Aparecida e também no DM.
Helton Lenine enfrentava problemas de saúde, com histórico de complicações cardiovasculares e diabetes. O velório será realizado a partir das 8h30 deste sábado (3), no Cemitério Parque Memorial, em Goiânia. O sepultamento está previsto para as 16h, no mesmo local.
O jornalista Luiz Carlos Bordoni, amigo de longa data e ex-companheiro de trabalho de Lenine, gravou um depoimento emocionado e sublinhou: “bons jornalistas não morrem, apenas deixam de assinar suas matérias”.
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