Lançada oficialmente nesta terça-feira (14), a obra do BRT Norte-Sul tem previsão de ser entregue em 14 meses. Esta é a estimativa feita pelo prefeito Sandro Mabel (UB), que espera que o novo corredor não consuma tanto tempo e tenha transtornos reduzidos.
“Vai ser uma obra rápida, com fiscalização e sem confusão. Vamos conseguir fazer”, resumiu Mabel, logo depois de elogiar o consórcio ACA BRT Norte-Sul, que tem as empresas Alberto Couto Alves ACA PT e Alberto Couto Alves Brasil.
O projeto prevê a construção de uma trincheira no cruzamento da Avenida Rio Verde com a Rua Tapajós, além de outras adequações. O prefeito de Goiânia admitiu que ainda há desapropriações a se fazer, mas garantiu que elas não serão problema para a obra.
Mabel admite transtornos para os motoristas no tempo de execução de obra, mas promete mitigá-los e cita Iris Rezende: “os transtornos passam, os benefícios ficam. “Teremos alguns desvios no trânsito. Mas com nossa experiência faremos de uma forma que prejudique menos o trânsito”, disse.
Interrupções
Criado em 2010, o projeto do BRT Norte-Sul de Goiânia teve as obras interrompidas diversas vezes até que a empresa originalmente contratada abandonou o serviço em 2021.
No ano seguinte, a Prefeitura de Goiânia fez o distrato do contrato e preparou uma nova licitação junto à Caixa Econômica Federal.
Em 2024 a CEF aprovou a nova licitação. A Prefeitura publicou em dezembro o edital para a obra e, em setembro, o Trecho II do BRT Norte-Sul, do Terminal Isidória até o Recanto do Bosque, foi entregue.
Por fim, licitação do trecho I foi finalizada em 2025, com a empresa vencedora, a Construtora Alberto Couto Alves, homologada em 14 de abril.
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