O Atlético Clube Goianiense vive um momento delicado fora das quatro linhas após ser punido pela FIFA com um transfer ban, que impede o clube de registrar novos jogadores. A sanção é resultado de uma ação movida pelo atacante uruguaio Alejo Cruz, que defendeu o Dragão nas temporadas de 2024 e 2025 e que atualmente atua pelo Juventud de Las Piedras (URU).
Presidente do clube, Adson Batista comentou o caso e adotou um tom duro ao falar sobre a relação com o jogador. “A situação dele, eu desejo que seja a pior possível. Jogador que abandonou o clube, jogador que juridicamente jogou contra a gente.”
O dirigente explicou que o clube não teve oportunidade de se defender antes da decisão e agora trabalha para reverter o cenário. “Foi uma situação que nós não esperávamos. Não tivemos condição de fazer uma defesa. Já veio uma situação julgada, transitada, e agora temos que resolver.”
Segundo Adson Batista, o Atlético-GO já busca alternativas jurídicas para solucionar o problema junto à entidade máxima do futebol mundial. “Nós temos caminhos, temos situações para resolver isso na FIFA. Estamos trabalhando nisso e tenho certeza que vamos resolver rapidamente.”
A punição preocupa principalmente pelo impacto esportivo. Caso não consiga reverter a decisão até a abertura da próxima janela de transferências, no fim de julho, o clube não poderá inscrever reforços para a sequência do Campeonato Brasileiro Série B. Apesar do cenário adverso, o presidente reforçou a confiança na resolução do caso e destacou a grandeza do clube. “O Atlético é muito maior que isso.”
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