15 de julho de 2026
Investigação • atualizado em 22/02/2026 às 08:35

Tragédia em Ipameri: sargento da reserva é suspeito de matar esposa e cometer suicídio

Os corpos do casal foram encontrados pelo filho na manhã de sábado (21); investigação aponta que militar teria utilizado a própria arma no crime
O casal foi encontrado morto com sinais de tiro. Foto: reprodução/redes sociais
O casal foi encontrado morto com sinais de tiro. Foto: reprodução/redes sociais

Um sargento da reserva da Polícia Militar é o principal suspeito de matar a própria esposa e, em seguida, cometer suicídio dentro da residência do casal, na cidade de Ipameri, região sudeste de Goiás. O caso, que chocou a região, está sendo tratado pelas autoridades como feminicídio seguido de suicídio e aconteceu no último sábado (21).

Corpos encontrados pelo filho no bairro Boa Vista

As vítimas foram identificadas como o 3º Sargento da reserva remunerada Carlos Caetano de Matos e sua esposa, Magna Dicina Almeida de Matos. Os corpos foram localizados na residência da família, situada na Avenida Marechal Costa e Silva, no bairro Boa Vista.

De acordo com informações da polícia, o filho do casal decidiu ir até a casa após estranhar o fato de os pais não atenderem a ligações nem responderem mensagens de texto. A suspeita inicial é que o crime tenha ocorrido ainda na noite de sexta-feira (20).

Dinâmica do crime e investigação em Ipameri

A linha de investigação preliminar indica que o militar teria utilizado o próprio revólver para efetuar os disparos contra a esposa e, logo após, tirado a própria vida. No entanto, a confirmação oficial da dinâmica dos fatos depende do laudo da Polícia Técnico-Científica, que realizou a perícia no local.

Até o momento, não há informações confirmadas sobre histórico prévio de violência doméstica entre o casal ou conflitos recentes que pudessem ter motivado a ação.

Encaminhamentos legais

Os corpos foram localizados pela polícia na manhã de sábado. Após o isolamento da área pela Polícia Militar, os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) de Catalão. O caso agora segue sob a responsabilidade da Polícia Civil, que busca esclarecer todas as circunstâncias da tragédia em Ipameri.


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