09 de setembro de 2026
Beleza

Setor de beleza atrai mulheres empreendedoras

O setor de beleza está entre os preferidos das que buscam empreender no Brasil. De acordo com uma realizada pelo Instituto Rede Empreendedora, essa área, junto ao segmento de moda e alimentação, tem uma representatividade feminina em torno de 70%.

A identificação das mulheres com o mercado

Cintya Batista, CEO da Magic Color, acredita que, por ser um mercado majoritariamente voltado às mulheres, existe uma identificação maior pelo assunto, o que acaba as atraindo para o setor. “Nós compreendemos melhor as necessidades, os desejos e os desafios do público feminino, e isso nos permite atender às demandas de forma mais empática e precisa”, conta.

Como hairstylist, Cintya via de perto as reais necessidades de suas clientes e identificou uma carência do mercado por um produto que auxiliasse seu trabalho e deixasse as mulheres mais satisfeitas com seus cabelos. Foi a partir dessa constatação que ela criou a Magic Color, empresa de produtos capilares especializada em matizadores para a manutenção de colorações.

Cinco mulheres de diferentes faixas etárias sorrindo para a câmera em uma reunião de trabalho
O fortalecimento do feminino no setor de beleza fomenta uma de equidade, ampliando as oportunidades e quebrando estigmas de gênero (Imagem: Monkey Business Images | Shutterstock)

O impacto da liderança feminina no empoderamento

A empresária acredita ainda que muito do sucesso de sua empresa e do mercado de beleza como um todo está na conquista das mulheres por cargos de liderança. “Ter mulheres representando, criando e liderando empresas traz autenticidade. E a consumidora se identifica com isso”, explica.

Esses exemplos de sucesso também criam uma cadeia de empoderamento, estimulando um movimento cada vez mais crescente de mulheres empreendedoras, quebrando barreiras de gênero e incentivando uma maior igualdade no mercado de trabalho.

“A representatividade feminina não só enriquece o setor da beleza com novas ideias e soluções mais conectadas às reais necessidades do público, mas também fomenta uma transformação cultural mais ampla, promovendo equidade e empoderamento”, completa.

Por Camila Hirano


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