09 de agosto de 2022
Ponto final • atualizado em 12/04/2022 às 15:20

Servidores da Educação aceitam proposta e encerram greve em Goiânia

A proposta apresentada pelo Paço inclui ainda reajuste de 50% no auxílio transporte e pagamento de data-base dos anos de 2020 e 2021 para os servidores administrativos
A proposta apresentada pelo Paço inclui ainda reajuste de 50% no auxílio transporte e pagamento de data-base dos anos de 2020 e 2021 para os servidores administrativos
A proposta apresentada pelo Paço inclui ainda reajuste de 50% no auxílio transporte e pagamento de data-base dos anos de 2020 e 2021 para os servidores administrativos

Após quase um mês de paralisação, os servidores da Educação de Goiânia decidiram, na manhã desta terça-feira (12), encerrar a greve. Em assembleia, os trabalhadores aceitaram a proposta da prefeitura, que concede reajuste de 33,24% para professores PI e 15% para PII, sendo 10% em abril e o restante no fim do quadrimestre.

A proposta apresentada pelo Paço inclui ainda reajuste de 50% no auxílio transporte e pagamento de data-base dos anos de 2020 e 2021 para os servidores administrativos. Esses valores serão pagos já em abril. Em maio, a prefeitura prometeu pagar a data-base de 2022.

Outro benefício proposto pelo prefeito Rogério Cruz é a implementação de auxílio transporte de R$ 300 para todos os trabalhadores administrativos.

Continua após a publicidade

A greve foi deflagrada pelo Sindicato dos Trabalhadores de Educação em Goiás (Sintego) no dia 15 de março. Os servidores sempre reivindicaram o pagamento integral do reajuste do piso, de 33,24%, para todos os trabalhadores.

Num primeiro momento, a prefeitura ofereceu 7,5% para professores e 9,32% para os administrativos. Depois, a proposta subiu para 10,16%, também rejeitada pela categoria. O Paço também argumentava que não havia capacidade financeira para pagar o reajuste de 33,24% para toda a categoria. A Justiça chegou a declarar a greve ilegal.