10 de agosto de 2022
Meio Ambiente • atualizado em 15/07/2022 às 15:17

Senador Canedo constrói nova vala sanitária para o aterro da cidade

A maior vala já construída na história do município terá capacidade suficiente para comportar toda a destinação de lixo pelos próximos quatro anos
Nova vala para descartes sólidos do aterro sanitário da cidade está sendo construída pela Seinfra. Foto: Victor Rodrigues
Nova vala para descartes sólidos do aterro sanitário da cidade está sendo construída pela Seinfra. Foto: Victor Rodrigues

A nova vala do aterro sanitário de Senador Canedo, com volume total de 100.000 m³ e capacidade para comportar resíduos sólidos do município pelos próximos quatro anos está sendo construída pela Secretaria de Infraestutura e Obras (Seinfra). A maior vala da história da cidade é a sétima construída no aterro sanitário municipal, que já possui cinco valas encerradas e uma em atividade, que já está quase atingindo sua capacidade máxima total.

O aterro municipal de Senador Canedo foi construído para diminuir a degradação ambiental que era gerada pelo antigo lixão da cidade, que foi inaugurado em 2018. Anteriormente, os descartes de resíduos sólidos eram destinados para o antigo lixão que ficava às margens da GO-403, na Vila Galvão.

De acordo com o engenheiro da Seinfra, Vitor Borges, o aterro possui preparação própria para receber os dejetos sem causar danos maiores ao meio ambiente. “Ao contrário do lixão, as valas do aterro têm o solo impermeabilizado antes de receber os resíduos, o que evita que o chorume, resíduo resultante da decomposição orgânica do lixo, entre em contato com lençóis freáticos e contamine a água”, explica o engenheiro.

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A secretária da Seinfra, Patrícia Borges, ressalta a importância de uma nova vala que comporte as necessidades do município. “Estamos seguindo todos os padrões técnicos e realizando a obra com recursos próprios. Todos os meses são recolhidos cerca de 3.300 toneladas de lixo em Senador Canedo, e esta nova vala terá capacidade suficiente para comportar toda a destinação pelos próximos quatro anos aproximadamente”, afirma.