14 de agosto de 2026
ELEIÇÕES 2026

Caiado retoma defesa da ciência e das vacinas e cita Sarampo nos EUA; vídeo

Em vídeo nas redes sociais, Ronaldo Caiado associa o negacionismo ao retorno de doenças imunizáveis, critica ataques à ciência e amplia diferenças em relação à direita bolsonarista
Ex-governador enfatiza ciência e vacina e lembra surtos nos EUA - Foto: arquivo
Ex-governador enfatiza ciência e vacina e lembra surtos nos EUA - Foto: arquivo

Caiado faz defesa da vacinação e critica o negacionismo

“Não dá para transformar a eficácia das vacinas em palco para polêmicas”. A frase é do ex-governador Ronaldo Caiado, candidato a presidente da República pelo PSD em 2026 e foi dita em vídeo (assista ao final) nas redes sociais onde ele, que é médico, destaca os prejuízos do negacionismo sobre a ciência e atos que levaram os Estados Unidos a surtos de doenças imunizáveis.

“Enquanto os EUA enfrentam surtos de sarampo e coqueluche, o Brasil corre o risco de ver doenças como a paralisia infantil voltarem a ameaçar nossas crianças”, disse Caiado no vídeo.

Ele ainda acrescentou: “Questionar evidências científicas não protege ninguém. É um desserviço à saúde pública.”

Declaração reforça diferenciação política na corrida presidencial

A fala tem viés político tendo em vista parte da direita, especialmente os bolsonaristas, serem críticos da vacinação e da própria ciência. Caiado tem sido destaque nas pesquisas somente no segundo turno, especialmente quando as opções de voto colocam o pessedista em disputa com o presidente Lula. E seu posicionamento passou a ter destaque mais recentemente justamente pela críticas ao seu principal adversário da direita, que é o senador Flávio Bolsonaro (PL).

Ocorre que o parlamentar representa justamente o segmento que já descredibilizou campanhas e imunizantes, enquanto Caiado enfrentou esse público e fez apelo para a população se cuidar.

Crítica também faz referência ao cenário dos Estados Unidos

Para somar, a crítica cita os EUA que está em rota de colisão com o Brasil no momento tanto pelo tarifaço promovido contra a economia brasileira, quanto por atos nada diplomáticos, como a recente revogação do visto da embaixadora do Brasil em Washington, Maria Luiza Viotti.


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