A renda média mensal do goiano cresceu 8,9% em 2025, na comparação com o ano anterior, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O índice é o maior da série histórica, iniciada em 2012, e elevou o rendimento médio goiano para R$ 3.539, o que coloca o indicador estadual acima do nacional, que ficou em R$ 3.367, pelo terceiro ano consecutivo. A nível de Brasil, o avanço da renda foi de 5,4% em 2025.
Outro número recorde é o de goianos com algum rendimento. Conforme o IBGE, 5 milhões de pessoas no estado tinha, em 2025, algum tipo de renda. Percentualmente isso representa 67,2%, ou seja, 1% a mais que em 2024. – num empate com a média nacional.
Fontes de renda
Na análise pelas fontes de renda, a PNAD Contínua revela que 51,7% dos goianos tem seu rendimento advindo no trabalho, mas houve uma leva queda, de 0,03% na comparação com o ano anterior. Há ainda 22,3% que declaram receber rendimentos de outras fontes que não a atividade laboral – um avanço de 1% em relação a 2024.
O contingente de pessoas que têm renda de fora do trabalho em Goiás é o quinto menor do país e fica abaixo da média nacional, que é de 27,1%.
Entre os que relataram receber rendimento de outras fontes, os tipos mais comuns em Goiás
foram aposentadoria e pensão, assinalado por 11,1% da população goiana em 2025, e programas sociais
do governo, com resultado de 7%. Em seguida, apareceram pensão alimentícia, doação e mesada de não morador (2,5%), aluguel e arrendamento (2%) e outros rendimentos (1,6%), que incluem seguro-
desemprego, seguro-defeso e rentabilidade de aplicações financeiras, bolsas de estudos, direitos autorais, exploração de patentes e etc.
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