17 de abril de 2024
PARALISAÇÃO • atualizado em 20/02/2024 às 10:20

Professores da rede municipal de Anápolis lutam pelas demandas educacionais

Paralisação busca tratar demandas como a falta de merenda e kits escolares que não chegam para os estudantes
De acordo com a presidente do Sinpma, os órgãos competentes foram comunicados em tempo hábil sobre a paralisação. (Foto: Blenda)
De acordo com a presidente do Sinpma, os órgãos competentes foram comunicados em tempo hábil sobre a paralisação. (Foto: Blenda)

O Sindicato dos Professores da Rede Municipal de Ensino de Anápolis (Sinpma) se juntou ao Sindicato dos Funcionários e Servidores Públicos Municipais de Anápolis (SindiAnápolis), Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino Estado Goiás (Sinteea) e Sindicato dos Trabalhadores do Sistema Único de Saúde de Goiás (SindSaúde) realizarão o Dia D B – Ato pela Data-base. A paralisação acontece nesta terça-feira (20), no Centro Administrativo para tratar sobre pautas que regem a educação da rede municipal.

De acordo com a presidente do Sinpma, a professora Márcia Abdala, os órgãos competentes foram comunicados em tempo hábil sobre a paralisação. Além disso, Abdala pontuou algumas demandas que estão sendo reivindicadas pelos professores da rede municipal durante a manifestação.

“Temos uma defasagem do piso salarial acumulada dos anos anteriores, considerando que em 2022 não houve negociação do piso e mesmo com a possibilidade da concessão do percentual de 4,62%, que está previsto ser votado essa semana na Câmara Municipal, temos uma defasagem acumulada de 35,57%. Na tentativa de recuperar esse índice, reivindicamos 9,87% para esse ano”, explicou.

Demandas

A paralisação dos professores da rede municipal tem como objetivo ainda tratar demandas como a falta de merenda; os livros didáticos e os kits escolares, além de uniformes, que não chegam para os estudantes; ponto eletrônico que não registra os pontos dos professores; as reformas das unidades escolares não acompanham o calendário escolar, comprometendo o ano letivo; déficit de professores, cuidadores, auxiliares de serviços gerais e vigias; e o chamamento do concurso público.

A categoria ainda visa reivindicar o piso salarial, titularidade, progressões horizontais e verticais, eleições para gestores, publicidade aos processos administrativos, cadastro de reserva, modulação, horas extras, concurso público e recesso escolar.

Sobre pagamentos, a categoria luta pelo retorno do pagamento dos aportes financeiros ao Instituto de Seguridade Social dos Servidores Municipais de Anápolis (ISSA) e repasse dos recursos financeiros às Unidades de Ensino, por meio do Programa de Autonomia Financeira da Instituição Educacional (PAFIE).


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Maria Paula

Jornalista formada pela PUC-GO em 2022 e MBA em Marketing pela USP.