24 de maio de 2022
Brasil • atualizado em 12/02/2020 às 23:46

Presos da Operação Pixuleco fazem exame de corpo de delito

O irmão do ex-ministro José Dirceu, Luiz Eduardo de Oliveira e Silva(e), preso na 17ª fase da Operação Lava Jato, chega ao IML de Curitiba (PR) para realizar exame de corpo de delito. (Foto: Estadão Conteúdo)
O irmão do ex-ministro José Dirceu, Luiz Eduardo de Oliveira e Silva(e), preso na 17ª fase da Operação Lava Jato, chega ao IML de Curitiba (PR) para realizar exame de corpo de delito. (Foto: Estadão Conteúdo)

Curitiba e São Paulo – Os sete presos da 17ª fase da Operação Lava Jato – batizada de Operação Pixuleco – que estão na Superintendência da Polícia Federal de Curitiba fizeram na manhã desta terça-feira, 4, exame de corpo de delito no Instituto médico-legal da capital paranaense, onde chegaram na noite de ontem. Apenas o ex-ministro José Dirceu, que deve ser transferido para a capital paranaense na tarde de hoje, não estava entre os investigados levados pela Polícia Federal para o procedimento.

Os presos saíram da Superintendência da PF, em Curitiba, onde passaram a primeira noite de prisão, por volta das 10h. Eles foram levados em uma van acompanhados por policiais federais.

O exame de corpo de delito foi realizado por volta das 10h30. Às 11h, eles retornaram para a Custódia da PF, onde permanecerão detidos. Dos oito presos na Operação Pixuleco, apenas Dirceu fez o exame em Brasília, onde passou a primeira noite preso pela Lava Jato.

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A PF deve começar a ouvir os depoimentos dos cinco presos temporários, entre eles o irmão do ex-ministro, Luiz Eduardo de Oliveira e Silva e seu ex-assessor Roberto Marques, o Bob. As prisões têm validade de cinco dias, podendo ser prorrogadas pela Justiça, a pedido dos investigadores.

(Estadão Conteúdo)

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