15 de julho de 2024
Anápolis

Preço da carne de porco varia até 88% em Anápolis, aponta Procon

Pesquisa do Procon encontrou diferença de 88% no preço da carne. (Foto: Divulgação/Prefeitura de Anápolis)
Pesquisa do Procon encontrou diferença de 88% no preço da carne. (Foto: Divulgação/Prefeitura de Anápolis)

O preço da carne de porco em Anápolis tem variação de até 88%. É o que aponta uma pesquisa do Procon, realizada entre 13 e 15 de setembro e divulgada nesta segunda-feira (20). A maior diferença encontrada foi no quilo da costelinha suína, que foi de R$ 15,99 no supermercado mais barato a R$ 29,99 no mais caro.

Foram analisados valores de seis açougues de supermercados e sete casas de carnes da cidade. Os estabelecimentos pesquisados foram escolhidos aleatoriamente, distribuídos pelas várias regiões do município. Os preços refletem a realidade praticada no momento da coleta dos preços, podendo sofrer variações para mais ou para menos, já que tais produtos não são tabelados.

Além da costelinha suína, nos açougues de supermercados ainda foram encontradas variações de 70% no quilo do frango inteiro (de R$ 9,69 a R$ 16,49) e de 63% no quilo do filé mignon (de R$43,00 a R$69,99).

Casas de carne

O consumidor que optar por açougues fora dos supermercados poderá encontrar uma variação de 71% no quilo da panceta suína, por exemplo, tendo como o menor preço R$ 13,99 e chegando a custar R$ 23,99. Para o quilo da coxinha da asa, a variação encontrada foi de 33%, sendo o menor preço de R$ 14,99, chegando a R$ 19,99. O quilo da linguiça de frango também apresentou variação entre um estabelecimento e outro, com o menor preço encontrado em R$ 16,99 e o maior em R$ 25,00 (47%).

Segundo o diretor do Procon Anápolis, Wilson Velasco, “a orientação ao consumidor é de sempre pesquisar o preço da carne antes de adquiri-la, pois pode haver uma variação significativa de um estabelecimento para outro. Informações de preço devem ser exibidas de forma clara e a pesagem deve ser feita na frente do consumidor”, explica. O diretor do órgão destaca também a importância de se exigir a nota fiscal.


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