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O prefeito de Goiânia, Iris Rezende (MDB) discorda de recente ação de vereadores que integram a Comissão Especial de Inquérito que apuram a existência de irregularidades na área da Saúde Pública da capital. Os parlamentares pedem a demissão e até mesmo a prisão da secretária de Saúde, Fátima Mrué.

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Ao Diário de Goiás, Iris argumentou que há uma “ira” de um grupo de vereadores em relação a secretária Fátima Mrué, pois segundo ele, a gestora vem moralizando processos na Saúde Pública, que ele considera que anteriormente eram “escusos”.

“Essa ira contra a secretária é porque ela está ferindo os mais profundos interesses escusos. Agora, não vai demorar, vocês têm notado meu equilíbrio, eu não feri um segmento sequer na área da saúde publicamente, mas determinei à secretária, e a chamei justamente para isso, para moralizar a área da Saúde pública na Prefeitura de Goiânia”, declarou o prefeito.

Iris Rezende criticou parte dos trabalhos da CEI. Para ele ainda falta os parlamentares apresentar algumas contradições na área da Saúde em Goiânia, porque a situação se chegou a um nível mais crítico. Ele argumentou que os “chequinhos” não eram do ponto de vista administrativo adequados.

“Bem, o que eu espero é que ao final a própria CEI venha entender, porque até agora eles não buscaram o porquê de tanta contrariedade. Mas devagar vão notando que nós assumimos a Prefeitura para corrigir ou para realizar um trabalho, que eu disse e continuo dizendo, da mais bela administração da minha vida. Agora, eu não podia compactuar com os exageros, com esse chequinho que inventaram, que estava na mão de tanta gente que não tinha a mínima relação com a administração, autorizando internação em hospital, autorizando serviço de cirurgia. Então, esses cortes chocaram parte daqueles aproveitadores da saúde pública para interesses, que eu digo, muitos deles, escusos”, afirmou.

A secretária Fátima Mrué também foi ouvida pela reportagem do Diário de Goiás. Ela lamentou a postura dos vereadores e disse que discorda do pedido de prisão feito pelos parlamentares. Ela reclamou que não pretende atender questões que não fazem parte do objeto CEI.

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