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Apesar de sucessivas indicativas de que o deputado federal Fábio Sousa sairia do PSDB, o deputado confirmou na manhã de hoje (07) ao Diário de Goiás que decidiu permanecer na sigla. Ele contou que o motivo da decisão foram os seus relacionamentos com o PSDB nacional, principalmente com o presidenciável  e ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. 

Além do quadro nacional, Fábio lembrou que cumpriu todos os 14 anos de mandato no PSDB, e não acha correto mudar de partido. "Eu iria trocar pela forma que, às vezes, o PSDB regional se comporta, não o PSDB nacional. Sei que no PSDB regional não vai ser resolvido tão facilmente esses problemas. Optei pela minha coerência, que tem sido minha marca nos últimos anos, e também o fato de ter sido um pedido especial do governador Alckmin", afirmou.

Os problemas aos quais ele se refere são a falta de liberdade para crescer do deputado.  Fábio Souza quis se candidatar como prefeito de Goiânia nas eleições de 2012 e 2016 mas não teve o desejo atendido pelo partido. No entanto, o deputado explicou que não pretende mais se dispôr como candidato à prefeitura. Seu plano a longo prazo, para 2022, é de tentar um projeto no executivo, caso ele seja reeleito nesse ano. 

Cabeças pretas

Questionado sobre como fica a situação dos cabeças pretas - grupo de dissidentes do PSDB - com a saída de alguns deputados federais de outros estados, Fábio respondeu que o grupo continua existindo. Não há tempo para formar um novo partido, mas o grupo de deputados acordou de conversar após as eleições para decidir que rumos tomar. "Enquanto isso, nós temos um projeto político que é a reeleição de todos nós", concluiu. 

Assista a entrevista completa:

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