17 de fevereiro de 2026
CRIME BÁRBARO

Perícia simula disparos de arma de fogo onde corretora foi morta em Caldas Novas

Investigação ainda busca confirmar se, de fato, uma arma de fogo foi utilizada para consumar o crime

A Polícia Civil incluiu disparos de arma de fogo em uma simulação pericial da morte da corretora Daiane Alves Sousa, de 43 anos, em Caldas Novas. A investigação ainda não concluiu o inquérito e falta dizer como a vítima foi morta por Cleber Rosa Oliveira, que confessou o crime nesta semana.

“A ideia é verificar se o depoimento que ele deu é plausível por meio de comprovação através de perícias técnico científicas. Esclarecer e querer tranquilizar a todos que serão feitos disparos de arma de fogo. Ressalto, a dinâmica do crime, e como tudo isso aconteceu, não vai ser trazido agora por esse comunicado”, disse o delegado André Barbosa em entrevista a TVs.

A investigação ainda busca confirmar se, de fato, uma arma de fogo foi utilizada para consumar o crime. Como ainda não houve conclusão da perícia, o delegado aponta que não é possível afirmar como ela foi morta.

O crime

O corpo de Daiane foi encontrado em um barranco próximo da GO 213, em avançado estado de decomposição. Cleber confessou que matou a mulher depois de um desentendimento no subsolo.

Daiane já tinha feito mais de dez representações contra Cléber por perseguições que envolviam cortes propositais de energia, gás e água dos apartamentos que ela administrava no condomínio, mesmo com as contas em dia. Na data do sumiço, em 17 de dezembro, ela estava justamente conferindo o corte de energia de um dos apartamentos quando foi ao subsolo e nunca mais foi vista.

A investigação indica que o síndico levou o corpo da corretora dentro da carroceria da caminhonete dele, com a capota fechada. Após empurrar o corpo pelo barranco na rodovia, ele retornou e o carro foi filmado com a capota aberta.


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