A Polícia Civil incluiu disparos de arma de fogo em uma simulação pericial da morte da corretora Daiane Alves Sousa, de 43 anos, em Caldas Novas. A investigação ainda não concluiu o inquérito e falta dizer como a vítima foi morta por Cleber Rosa Oliveira, que confessou o crime nesta semana.
“A ideia é verificar se o depoimento que ele deu é plausível por meio de comprovação através de perícias técnico científicas. Esclarecer e querer tranquilizar a todos que serão feitos disparos de arma de fogo. Ressalto, a dinâmica do crime, e como tudo isso aconteceu, não vai ser trazido agora por esse comunicado”, disse o delegado André Barbosa em entrevista a TVs.
A investigação ainda busca confirmar se, de fato, uma arma de fogo foi utilizada para consumar o crime. Como ainda não houve conclusão da perícia, o delegado aponta que não é possível afirmar como ela foi morta.
O crime
O corpo de Daiane foi encontrado em um barranco próximo da GO 213, em avançado estado de decomposição. Cleber confessou que matou a mulher depois de um desentendimento no subsolo.
Daiane já tinha feito mais de dez representações contra Cléber por perseguições que envolviam cortes propositais de energia, gás e água dos apartamentos que ela administrava no condomínio, mesmo com as contas em dia. Na data do sumiço, em 17 de dezembro, ela estava justamente conferindo o corte de energia de um dos apartamentos quando foi ao subsolo e nunca mais foi vista.
A investigação indica que o síndico levou o corpo da corretora dentro da carroceria da caminhonete dele, com a capota fechada. Após empurrar o corpo pelo barranco na rodovia, ele retornou e o carro foi filmado com a capota aberta.
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