27 de fevereiro de 2024
Ameaça • atualizado em 28/11/2023 às 10:45

PCC faz lista de exigências para não deflagrar ataques no DF; entenda

Entre as exigências, grupo pede a extensão do tempo de visitas e a melhoria na qualidade da comida servida nas cadeias.
Também é pedido o benefício para criminosos encarcerados no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. (Foto: Wilson Dias/ Agência Brasil).
Também é pedido o benefício para criminosos encarcerados no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. (Foto: Wilson Dias/ Agência Brasil).

O Primeiro Comando da Capital (PCC) fez uma lista com algumas regalias para não deflagrar ataques no Distrito Federal. O grupo marcou para esta terça-feira (27) o ‘salve nacional’, uma espécie de ordem para integrantes da facção cometerem ataques contra transportes públicos, hidrelétricas e agentes de segurança pública.

A coluna ‘Na Mira’, do Metrópoles teve acesso à série de exigências feitas pelos faccionados. Entre elas, a extensão do tempo de visitas e a melhoria na qualidade da comida servida nas cadeias. O site apurou que os detentos querem o antigo sistema de visitação, que era das 9 horas às 15 horas. Atualmente as visitas ocorrem em bloco de duas horas.

Entre as demais solicitações, está a redução do número de detentos nas celas da maioria da cadeias públicas espalhadas pelo país. Os facionados querem que ocorram remanejamento para unidades com quantidade menor de internos. Também é pedido o benefício para criminosos encarcerados no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.

As exigências colocam as autoridades em alerta pois o descontentamento do PCC pode provocar ataques violentos ao redor do país, além de manifestações organizadas por parentes de presos em frente a sede do Conselho Nacional de Justiça.

Veja regalias exigidas pelo PCC para recuar em ataques:

  • Extensão do tempo de visitas
  • Melhoria na qualidade da alimentação servida para os detentos
  • Reduzir a superlotação das celas, redistribuindo os encarcerados para outras unidades prisionais
  • Aumentar o rol de critérios de análise para que a visita íntima possa alcançar mais presos

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Elysia Cardoso

Jornalista formada pela Uni Araguaia em 2019