Os candidatos ao governo de Goiás já declararam quase R$ 20 milhões em recursos repassados pelos respectivos partidos, via fundos eleitoral e partidário, para a disputa deste ano. Mais da metade deste valor foi para a campanha de Wilder Morais (PL), que recebeu R$ 11 milhões de fundo eleitoral do PL e outros R$ 50 mil de fundo partidário da direção goiana do partido – comandada por ele próprio.
Os recursos recebidos pelo senador correspondem a 95,6% de tudo que pode ser gasto por um dos governadoriáveis no primeiro turno. Conforme o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o limite de gastos é de R$ 11.562.724,00 por cada candidato até o dia 4 de outubro.
Marconi Perillo (PSDB) é o segundo candidato que mais recebeu recursos do fundão. O PSDB nacional repassou à campanha tucana em Goiás R$ 5 milhões até aqui.
Já o PT, por sua vez, destinou R$ 3,4 milhões – também via fundo eleitoral – à campanha do ex-deputado estadual Luis Cesar Bueno.
O menor montante de recursos recebidos, conforme a declaração de cada candidato ao TSE, foi de Daniel Vilela (MDB). O governador, por ora, recebeu apenas R$ 25 mil de fundo partidário, de acordo com sua prestação de contas parcial.
Danilo Pinheiro (PCO) e Luciana Amorim (UP) não declararam ter recebido recursos do fundo eleitoral até aqui. Os partidos de ambos não têm acesso ao fundo partidário, uma vez que não têm representação no Congresso Nacional.
Veja quanto cada candidato recebeu de fundos eleitoral e partidário em Goiás:
Wilder Morais (PL): R$ 11.050.000,00 (R$ 11 mi de fundo eleitoral e R$ 50 mil de fundo partidário)
Marconi Perillo (PSDB): R$ 5 milhões (fundo eleitoral)
Luis Cesar Bueno (PT): R$ 3.468.817,20 (fundo eleitoral)
Daniel Vilela (MDB): R$ 25 mil (fundo partidário)
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