16 de julho de 2026
MotoGP

Operação do transporte coletivo está melhor do que eventos da F1 em Interlagos, diz Pinheiro

O diretor da RedeMob afirma que, apesar do "desafio muito grande" devido o porte do evento, a oferta de ônibus conseguiu atender a circulação em torno do Autódromo para o MotoGP
Edmundo Pinheiro comparou a estrutura do MotoGP Goiânia a Fórmula 1, em São Paulo. Foto: reprodução
Edmundo Pinheiro comparou a estrutura do MotoGP Goiânia a Fórmula 1, em São Paulo. Foto: reprodução

O diretor da RedeMob, Edmundo Pinheiro, avaliou positivamente a operação de transporte coletivo para o MotoGP. De acordo com ele, apesar do “desafio muito grande” em relação ao evento internacional, a operação de transporte coletivo da capital superou as experiências que teve nos eventos de Fórmula 1 em Interlagos, São Paulo.

Em entrevista ao Diário de Goiás, Edmundo pontuou que a frota ofertada conseguiu atender a demanda. O fundador da empresa responsável pela administração da Rede Metropolitana de Transporte Coletivo da Grande Goiânia (RMTC), concordou que houve problemas na fluidez, principalmente na saída do evento, mas avaliou o resultado como positivo.

“O desafio maior está na saída, exatamente porque a circulação em torno do Autódromo teve problema de fluxo dos ônibus, e aí teve que mudar a entrada, então, as pessoas estão tendo que andar um pouco mais. Fora isso, está indo dentro do esperado”, afirmou.

Apesar da operação com oito linhas especiais destinadas a atender o público do MotoGP, saídas dos principais terminais da capital, os visitantes se queixaram de demora e confusão nos pontos de embarque e desembarque. No sábado (21), a RMTC precisou alterar a rota dos ônibus para evitar a GO-020, principal via de acesso ao Autódromo Internacional Ayrton Senna, para resolver os congestionamentos. A mudança resultou em uma caminhada mais longa dos passageiros, que precisaram percorrer uma maior distância até a entrada do evento.

Comparando a estrutura montada para o MotoGP com outros eventos do mesmo porte no país, Edmundo defendeu que o nível do transporte coletivo ofertado em Goiânia está superior ao de Interlagos. “Está dentro do esperado para um evento desse tamanho. Eu tive a oportunidade de visitar a operação de Fórmula 1 em São Paulo, e eu entendo que a nossa fração aqui está superando o que a gente pode ver lá em Interlagos”, ressaltou.

Alterações para o último dia

Neste domingo (22), último dia da etapa do MotoGP em Goiânia, com estimativa de maior público devido a corrida principal, a RMTC anunciou novos ajustes nas linhas especiais do evento. Até às 14h deste domingo, os ônibus seguirão realizando a volta pela área de desembarque na GO-020. Após esse horário, embarque e desembarque continuarão nas áreas oficiais 1 e 2.

A partir das 16 horas, será implantada uma nova área de embarque na GO-020, com operação pela porta dianteira dos veículos. Para isso, serão disponibilizados oito pontos de parada ao longo da via, devidamente sinalizados para orientar os usuários.

Confira as linhas até o Autódromo:
MGP01 – Terminal Paulo Garcia → Terminal Isidória – Essa linha liga os setores hoteleiros da cidade ao Autódromo, com paradas durante o percurso.
MGP02 – Praça Cívica – Linha direta ao Autódromo.
MGP03 – Terminal Isidória → Shopping Flamboyant – Linha direta ao Autódromo.
MGP04 – Terminal Praça da Bíblia → Paço Municipal – Linha direta ao Autódromo.
MGP05 – Estádio Serra Dourada – Linha direta ao Autódromo.
MGP06 – Paço Municipal – Linha direta ao Autódromo.
MGP07 – Centro Cultural Oscar Niemeyer – Linha direta ao Autódromo.
MGP08 – BR-153 (Universidade UNIP / Posto Goianão) – Linha direta ao Autódromo.


Leia mais sobre: / / / / / Cidades