08 de agosto de 2026
OFICIALIZADO • atualizado em 13/04/2026 às 18:33

Novo presidente da Codego toma posse e coloca Daia como prioridade

Luiz Antônio Rosa chega com a missão de devolver destaque ao Daia, que ele diz que será modelo para todos os parques industriais goianos
Luiz Antônio Rosa foi empossado na Codego em evento em Anápolis.
Luiz Antônio Rosa foi empossado na Codego em evento em Anápolis.

O governador Daniel Vilela (MDB) empossou nesta segunda-feira (13), em um concorrido evento no Centro de Anápolis, o empresário Luiz Antônio Rosa na presidência da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Goiás (Codego). Ele foi indicado pelo prefeito Márcio Corrêa (PL) e pelo Fórum Empresarial.

No discurso de posse, Rosa colocou o Distrito Agroindustrial de Anápolis (Daia), o maior do estado, como prioridade, o que repetiu depois em entrevista. O novo presidente destacou que não é abandonar os demais distritos, mas tornar novamente o Daia um modelo para todo o estado.

“Anápolis será um modelo. Queremos fazer um trabalho para todo o estado, mas com Anápolis como modelo. Queremos que este distrito se projete para os demais. O Daia faz 50 anos neste ano. Precisamos agradecer o voto de confiança do governador”, disse.

Daniel Vilela afirmou que a presidência da Codego é representativa para Anápolis nos trilhos da retomada do desenvolvimento. Na última década, tomou conta da cidade uma perspectiva de desaceleração e perda de protagonismo. O município, inclusive, perdeu indústrias de peso para Aparecida de Goiânia, o que mexeu com o orgulho local. O governador, de olho na eleição, tem investido no discurso de valorização da cidade.

“Anápolis retoma seu protagonismo político, ocupando uma posição de relevância e com uma grande capacidade de atrair novos investimentos e fazer com que essa cidade possa configurar sua importância estratégica para Goiás e o Centro-Oeste”, disse.

Além de trabalhar para atrair empresas e administrar os parques industriais goianos, Rosa terá como grande desafio concluir a regularização fundiária do Daia, que começou há três anos, na gestão de Francisco Júnior. Segundo ele, o processo está adiantado.


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