15 de setembro de 2026
Goiás Esporte Clube • atualizado em 15/08/2026 às 10:09

Novo estatuto é aprovado, e Aroldo Guidão se torna presidente executivo do Goiás

Aroldo Guidão é o novo presidente executivo do Goiás EC (Foto - Rosiron Rodrigues)
Aroldo Guidão é o novo presidente executivo do Goiás EC (Foto - Rosiron Rodrigues)

O Clube aprovou uma importante mudança em sua estrutura administrativa. Em Assembleia realizada na noite desta sexta-feira (14), no complexo da Serrinha, os sócios-proprietários aprovaram o novo estatuto do clube. A , convocada pelo presidente do Conselho Deliberativo, , contou com 173 sócios, sendo 166 votos favoráveis e apenas sete contrários às alterações. A proposta já havia sido discutida anteriormente pelo Conselho Deliberativo antes de ser submetida à Assembleia.

A principal mudança é o retorno do sistema presidencialista. Com o novo estatuto, deixa de existir o Conselho de Administração, órgão formado por conselheiros que concentrava importantes decisões da área executiva. O Goiás volta, portanto, a contar com a figura de um presidente executivo, que será a principal referência na administração do clube. Também deixa de existir a função de CEO – estrutura que, teve Leonardo Pacheco à frente da administração esmeraldina.

Na nova organização administrativa, Leonardo Pacheco deve permanecer no Goiás, agora na condição diretor administrativo. O estatuto estabelece cinco vice-presidências: Administrativa, Patrimônio, Esportes Olímpicos, Comunicação e Marketing e – todos esses cargos sem remuneração. No departamento de futebol, Michel Alves segue como principal responsável pela condução da área. A reformulação busca estabelecer novamente uma divisão de responsabilidades tendo o presidente executivo como figura central do comando do clube.

Com a aprovação do estatuto, Aroldo Guidão, que ocupava a presidência do Conselho de Administração, assume imediatamente como presidente executivo do Goiás – também sem remuneração – e permanecerá no cargo até o final de 2026. Em dezembro, o clube realizará eleições para definir quem comandará a instituição no próximo período. Assim, depois de um modelo administrativo adotado a partir de 2024, o Goiás encerra a estrutura baseada no Conselho de Administração e retoma oficialmente o presidencialismo.


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