Prefeitura de Anápolis e Ministério da Saúde assinaram nesta sexta-feira (16) ordem de serviço para as obras da policlínica do Adriana Parque, a segunda da cidade. A unidade vai custar R$ 30 milhões, de recursos oriundos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), e a previsão de entrega é para 2028.
O prefeito Márcio Corrêa (PL) afirmou que, antes do fim do seu mandato, planeja entregar a obra já em funcionamento. “Eu quero fazer com que essa obra aí, no prazo de dois anos, a Policlínica esteja funcionando e a gente conseguir já estar atendendo a população”, disse.
O diretor de Programa da secretaria executiva do Ministério da Saúde, Nilton Pereira Júnior, relatou que a estratégia da pasta é ampliar o acesso da população a exames, consultas e cirurgias especializadas com as policlínicas. “A ideia á atendermos mais de um milhão de pessoas, não só de Anápolis, mas das cidades da região”, afirmou em entrevista coletiva. Todos os pacientes serão regulados. “É um serviço eletivo e com alta complexidade”, explicou.
O governo federal, além da obra, custeará equipamentos de ressonância magnética, tomografia, endoscopia e ultrassom.
O representante esclareceu que a policlínica terá perfil diferente de uma unidade de pronto atendimento. “A policlínica não vai ter atendimento de urgência. Todos os pacientes que chegarem têm que vir da regulação municipal. É um serviço eletivo que vai ter alta complexidade até para realizar cirurgias”, pontuou.
A Policlínica do Adriana Parque integra o planejamento municipal que prevê ampliar a rede de atendimento eletivo em Anápolis, que já conta com uma unidade no Bairro Jundiaí e projeta outras até 2028.
A primeira do município, inaugurada recentemente, é a do Jundiaí, que funciona na reformada Unidade de Saúde Dr. Ilion Fleury.
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