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Foto: Ricardo Stuckert
missa lula

RUBENS VALENTE E MARINA DIAS
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A Polícia Federal decidiu que não há mais condições para cumprir o mandado de prisão contra o ex-presidente Lula na noite desta sexta-feira (6). A PF considera que a operação, se deflagrada, colocaria em risco tanto partidários do ex-presidente quanto os próprios policiais. A negociação será retomada neste sábado após a missa em memória da ex-primeira-dama Marisa Letícia, que morreu no ano passado.

A cerimônia deve acontecer no sábado (7), em frente ao Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo.

O senador Lindbergh Farias subiu no carro de som para, a pedido de Lula, convidar a militância a participar da missa.

A ato será em frente ao sindicato, em homenagem aos 67 anos que sua mulher, morta em 2017, completaria no dia.

A PF decidiu que, caso o ex-presidente se entregue no sábado, será transportado para Curitiba por avião da polícia. A negociação, nos lados da polícia, é conduzida pelos superintendentes da PF em São Paulo e Curitiba, que mantêm informado o diretor-geral da corporação, Rogério Galloro.

Os advogados José Eduardo Cardozo e Sigmaringa Seixas capitaneiam a negociação para que a prisão ocorra após a missa.

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