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Foto: Agência Brasil
lula agencia brasil

CATIA SEABRA E GÉSSICA BRANDINO
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Após a decisão do TRF-4 (Tribunal Regional da 4ª Região) que autorizar a execução de pena do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta quinta-feira (5), o advogado do petista, Cristiano Zanin, chegou ao Instituto Lula. Meia hora depois, o ex-presidente saiu ao lado do advogado num carro sem dar declarações.

Pouco antes, o advogado Cristiano Zanin havia falado com jornalistas em frente ao Instituto dizendo não acreditar que a prisão seria decretada imediatamente.

"Não vemos risco nenhum de prisão, porque já está definido pelo TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) que não será expedido nenhum mandado enquanto não houver o término da jurisdição de Porto Alegre e isso ainda não ocorreu", declarou.

"Nós não trabalhamos com essa hipótese de prisão, primeiro porque a decisão condenatória é frágil e será reformada. Segundo, porque temos medidas jurídicas para tomar a fim de expedir que haja qualquer restrição de direitos com relação ao ex-presidente Lula", acrescentou.

Assim que o TRF-4 expediu a decisão, o advogado retornou imediatamente para o Instituto.

A defesa já havia permanecido durante duas horas no Instituto Lula, onde o petista permaneceu ao longo desta quinta-feira (5), em reunião e recebendo visitas. Dilma Rousseff permaneceu ao lado de Lula.

Zanin afirmava antes da decisão do tribunal que caso esgotados os recursos em Porto Alegre a defesa estudará outras possibilidades de recursos para instâncias superiores.

"Em tese nós temos a possibilidade de novos recursos em Porto Alegre e de recurso especial e extraordinário para Brasília", disse.

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