08 de agosto de 2022
Política • atualizado em 04/03/2020 às 05:40

Mundo político lamenta morte de Bezinho: “Anápolis perde seu maior articulador”

Benjamin Beze Júnior é velado em Anápolis. (Foto: Charlie Pereira/DG)
Benjamin Beze Júnior é velado em Anápolis. (Foto: Charlie Pereira/DG)

O corpo do 1º suplente do senador Jorge Kajuru, Benjamin Beze Júnior, conhecido popularmente como Bezinho, está sendo velado nesta segunda-feira (2), no ginásio Internacional Newton de Faria, em Anápolis. Várias autoridades, incluindo o governador Ronaldo Caiado, o prefeito Roberto Naves, o ex-deputado federal Jovair Arantes e o ex-governador Maguito Vilela acompanham o cortejo e lamentam a morte do empresário.

Segundo o prefeito de Anápolis, Bezinho era, além de amigo, o maior defensor dos interesses de Anápolis e deixará a cidade desfalcada.

“Anápolis perde na atualidade talvez o seu maior articulador político. Era uma pessoa que defendia os interesses da cidade, sabia conversar com todo mundo e não tinha inimigos. Sabia converter tudo isso em prol da cidade. É uma perda grande para nós como político e maior ainda como amigo”, disse Naves ao Diário de Goiás.

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O governador Ronaldo Caiado, com a voz embargada, lembrou que Bezinho era seu amigo desde a infância, quando moravam a apenas duas ruas de distância. Caiado pontuou que, além da amizade, ele perde um conselheiro.

“Nesses momentos, principalmente nas campanhas a governo e ao Senado, foi extremamente ativo e articulado. Pelo nosso relacionamento, ajudou enormemente a governar. No momento em que recebi o telefonema informando que ele havia falecido, fiquei triste, mas ciente de que, graças a Deus, a trajetória que ele teve foi de trabalhar, ajudar as pessoas, dignificar Anápolis e Goiás”, ponderou.

O governador lembrou também que havia um compromisso de que Jorge Kajuru se licenciaria do mandato de senador por quatro meses para que Bezinho pudesse assumir o cargo no Congresso. “Infelizmente ele não pôde”, lamentou.

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O ex-deputado federal Jovair Arantes lembrou que Bezinho, que foi seu veterano durante o curso de Odontologia, o salvou de ser preso pelo regime militar.

“Na faculdade, quando fui calouro dele, tínhamos uma revolução muito ativa e os estudantes não podiam nada. Eu era presidente do DA e ele me salvou duas vezes de ser preso pelo exército por manifestação estudantil”, rememorou.

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