A Seleção Brasileira segue sua preparação para o confronto decisivo diante da Escócia, nesta quarta-feira (24), em Miami, pela última rodada da fase de grupos da Copa do Mundo de 2026. Um dos jogadores que pode ganhar espaço na equipe comandada por Carlo Ancelotti é o atacante Gabriel Martinelli. O jogador briga por uma vaga no time titular após a lesão de Raphinha e deixou claro que está pronto para atuar em qualquer posição do ataque.
Martinelli lamentou a ausência do companheiro e destacou que a decisão sobre quem será o substituto cabe ao treinador italiano. “Primeiro, a gente fica triste pelo que aconteceu com o Rapha e reza para que ele consiga voltar o mais rapidamente possível. Eu prefiro jogar na esquerda, mas no Arsenal já joguei bastante pela direita. Deixo nas mãos do professor, ele quem decide”, afirmou o atacante, que entrou durante a vitória brasileira por 3 a 0 sobre o Haiti.
Ao analisar o próximo adversário, Gabriel Martinelli demonstrou respeito pela seleção escocesa e destacou alguns dos principais nomes da equipe europeia. “Vai ser um jogo difícil. Eles têm muitos jogadores de qualidade, como McGinn e Robertson. Com certeza vão vir com tudo para tentar ganhar da gente, mas estamos treinando bastante. Vai ser um grande jogo e espero que a gente consiga sair com a vitória”, comentou.
O atacante também falou sobre a importância de terminar a fase de grupos na liderança da chave. Caso confirme a primeira colocação, a Seleção Brasileira permanecerá nos Estados Unidos durante a sequência da Copa do Mundo, evitando deslocamentos mais longos e mantendo a logística planejada pela comissão técnica. O Brasil lidera o Grupo C com quatro pontos, mesma pontuação de Marrocos, mas leva vantagem nos critérios de desempate. A Escócia aparece com três pontos e ainda sonha com a classificação.
Outro tema abordado por Martinelli foi a intensidade dos jogos da Copa do Mundo. Acostumado ao futebol inglês, o atacante comparou o Mundial à Premier League e avaliou que o campeonato inglês segue sendo mais intenso, principalmente pelas condições climáticas encontradas nos Estados Unidos. “A Premier League continua sendo mais intensa do que essa Copa, até pelo calor e pelos campos que a gente vem jogando. Mas a Copa continua sendo muito bonita, com jogos de qualidade e alta intensidade”, concluiu o jogador do Arsenal.
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