09 de agosto de 2022
Eleições 2022 • atualizado em 14/02/2022 às 12:05

Marconi promete decisão sobre candidatura até junho

Ex-governador tem agenda de pré-campanha com encontros regionais, mas não sabe ainda se e a qual cargo concorrerá em outubro
Marconi Perillo. Foto: Reprodução/Facebook
Marconi Perillo. Foto: Reprodução/Facebook

Cotado tanto para o governo do estado quanto para o Senado, o ex-governador Marconi Perillo (PSDB) promete anunciar até junho se e a qual cargo concorrerá em outubro. O prazo é próximo das datas das convenções, previstas para ocorrerem entre julho e agosto, conforme o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

À Rádio Bandeirantes Goiânia, Perillo disse que vive um “processo de reflexão e escuta aos líderes para interpretar o sentimento dos eleitores”.

“Ninguém pode ser candidato de si próprio. Vou aguardar as pesquisas qualitativas e quantitativas para sentir o que a população quer em 2022, uma vez que houve uma grande negação aos políticos mais experientes em 2018”, completou o ex-governador.

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A agenda de pré-campanha tem encontros regionais, com prefeitos, ex-prefeitos, deputados e outras lideranças ao redor do estado. “Vou andar o estado, conversar com muita gente, fazer reuniões. Só depois vou tomar decisão”, explica Marconi, que promete manter-se no debate por meio das redes sociais.

Avaliação sobre as pesquisas

Marconi Perillo apareceu em segundo lugar na primeira rodada da pesquisa Serpes/Acieg, com 14,1%, atrás apenas do governador Ronaldo Caiado. Para ele, o resultado mostra que há apelo na sociedade para um eventual retorno.

“Percebo que há uma memória viva, um reconhecimento em relação ao trabalho que fizemos. Minha história não foi escrita com lápis. Foi escrita com tintas fortes, de muito trabalho, dedicação ao nosso estado e nossa população. Percebo que essa reflexão ocorre nas pesquisas”, avaliou.

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Perillo apareceu com uma rejeição superior a 30% na pesquisa. Apesar de ser o mais alto, o índice caiu em comparação com o pleito de 2018. O tucano crê que o número de goianos que o rejeita seguirá em queda nos próximos levantamentos.

“Fui muito sacrificado por armações e sujeira em relação a mim e ao meu nome. Nunca vi um jogo tão sujo como fizeram comigo em 2018, mas as coisas vão aparecendo com o tempo. É injusta, pelo que fiz pelo estado. Sei que, com o passar do tempo, essa rejeição deve cair ainda mais. Não tenho dúvida do atual governador ter uma rejeição muito maior”, opinou.