21 de junho de 2024
Segurança

Mais de 60 policiais militares realizam curso de formação para compor o batalhão da Rotam

De acordo com o Executivo estadual, o curso conta com 64 participantes e duração prevista de 4 meses e conta com aplicação de treinamentos específicos para atuação em gerenciamento de crises e combate ao crime organizado
Foto: Rômulo Carvalho
Foto: Rômulo Carvalho

Goiás deu início, na manhã desta segunda-feira (10), ao 21º Curso Operacional da Rotam. A aula inaugural ocorreu no auditório da Associação de Magistrados do Estado de Goiás (Asmego). Ao todo, 64 policiais militares participam da capacitação para atuar em situações de alto risco e em apoio às unidades de área, realizando o policiamento tático nas regiões metropolitanas.

Presente na abertura do curso, o o vice-governador do estado, Daniel Vilela, representando o governador Ronaldo Caiado, destacou que a importância da ação. “Goiás é referência em segurança, e por isso precisamos seguir em um processo de evolução para estarmos cada vez mais preparados para combater as novas modalidades de crimes”, disse.

Além de ressaltar a importância que o Batalhão de Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas (Rotam) tem para os goianos, o vice-governador citou que há um compromisso contínuo do Governo de Goiás em oferecer as condições necessárias para que as forças de segurança tenham sempre um desempenho de excelência, mantendo-se como “referência para o Brasil”. De acordo com Daniel, o curso é um exemplo desse compromisso.

O secretário de Segurança Pública, Renato Brum, por sua vez, pontuou que a atuação da Rotam é fundamental para a redução significativa dos índices de criminalidade em Goiás. “A Rotam é estratégica, uma força de reserva no combate à criminalidade, especialmente ao crime organizado”, disse, destacando que a formação dos novos policiais vai ampliar a segurança e a tranquilidade do cidadão goiano.

Conforme o Executivo estadual, o 21º Curso Operacional de Rotam tem duração prevista de quatro meses. A iniciativa visa capacitar os participantes em patrulhamento tático, operações de inteligência e como atiradores designados. Ao todo, os alunos terão 807 horas de aulas, abrangendo disciplinas fundamentais como gerenciamento de crises, direitos humanos, defesa pessoal, direção especial, Atendimento Pré-Hospitalar (APH), tiro policial e inteligência cibernética.

“Todo policial militar que se inscreve para um curso especializado sabe que será submetido a treinamentos de alto nível físico e psicológico, para que, na linha de frente, ele não cometa erros em suas decisões diante de uma situação de crise”, explicou o Comandante-Geral da Polícia Militar, Marcelo Granja.


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