27 de fevereiro de 2024
Estado de alerta

Maceió registra novos tremores na região onde fica a mina e segue monitorada pela Braskem

O presidente em exercício, Geraldo Alckmin, deve visitar a área de monitoramento na cidade nos próximos dias
Bairros da região que fica próxima a mina da Braskem estão sofrendo com afundamentos e tremores no solo. Foto: Reprodução/UFAL
Bairros da região que fica próxima a mina da Braskem estão sofrendo com afundamentos e tremores no solo. Foto: Reprodução/UFAL

Novos tremores foram registrados na região onde fica a mina de exploração de sal-gema da Braskem, em Maceió, na noite desta sexta-feira (1º). Conforme dados da Defesa Civil, o tremor aconteceu a 330 metros de profundade e com magnitude de 0,39. Três sensores no local continuam apresentando alertas de movimentação.

De acordo com a Defesa Civil, a velocidade de afundamento em Maceió, durante a sexta-feira (1º), foi de 1cm por hora. O órgão informou que mantém alerta máximo e constante observação devido ao risco de iminente colapso da mina 18, na região do antigo campo de treinamento do clube de futebol CSA, no Mutange.

Com a repercussão do caso e iminente risco de ser um dos maiores desastres ambientais do país, o presidente em exercício, Geraldo Alckmin, está sendo pressionado para visitar a região afetada pelo afundamento da mina. De acordo com o Metrópoles, a pedido de Lula, que está em viagem cumprindo agenda internacional em Dubai, Alckmin vai se reunir com o governador do Alagoas, Paulo Dantas, na próxima terça-feira (5).

A situação de alerta de afundamento de solo em Maceió já desabrigou cerca de 55 mil pessoas que vivem na região. Conforme informações do Metrópoles, o presidente da Câmara, Arthur Lira, ligou pessoalmente para Alckmin para pedir uma Medida Provisória para liberação de verbas para novas moradias.

Com informações da Agência Brasil


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Luana Cardoso

Luana

Estagiária de Jornalismo do convênio entre a UFG e o Diário de Goiás.