08 de agosto de 2022
Política

Lissauer: “Assembleia teve papel fundamental na recuperação do estado”

Foto: Ruber Couto
Foto: Ruber Couto

A Assembleia Legislativa de Goiás encerrou os trabalhos neste último sábado (21) após uma semana intensa de discussões, votações, decisões judiciais e sessões extraordinárias. Com o esgotamento positivo das pautas do governo, principalmente em relação à PEC da Previdência e das mudanças no estatuto do servidor, o presidente da Casa, Lissauer Vieira (PSB) considera que a Alego teve “papel fundamental na recuperação do estado”.

Ele lembrou que esse foi um ano de dificuldades ao estado, mas acredita que em 2020 será de importância e crescimento para Goiás.

“Esse foi um ano extremamente positivo, teve participação maciça dos deputados, eu destaco muito a participação do quórum altíssimo nas sessões. Poucas ou quase nenhuma foi encerrada por falta de quórum, isso é importante frisar que era um dos problemas que existiam no passado”, comentou o presidente ao Diário de Goiás.

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Segundo dados da Assembleia, em 2019, desde que os deputados iniciaram os trabalhos legislativos, em fevereiro, foram apreciados um total de 3.077 matérias. Nesse montante inclui-se projetos de lei de origem parlamentar (380), da Governadoria (97), de outros Poderes e órgãos (8), da Mesa Diretora (7), Emenda Constitucional (6), Parecer Contrário de Comissão (40), Vetos (24) e Requerimentos (2.515). Um total de 348 projetos foram publicados, tornando-se lei. Desse número, 284 são leis ordinárias, cinco são emenda constitucional, três são lei complementar, 19 são decretos legislativos e 37 são resoluções.

Servidores Alego

Em relação a uma possível reforma administrativa, com mudanças no estatuto dos servidores da Assembleia, Lissauer disse que ainda é preciso “amadurecer” a ideia.

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“Vamos pensar, eu ainda não amadureci essa ideia. Como essa notícias nos pegou de surpresa essa semana, essa discussão se é ou não possível colocar. Não amadureci essa ideia ainda, vou pensar, conversar, discutir para que nós vermos a possibilidade ou não de fazermos uma reforma”, afirmou.