25 de fevereiro de 2024
Informativo

Jogos de caça-níquel buscam inspiração em povos antigos para desenvolver seus temas e enredos

Em um mundo com avanços tecnológicos cada vez mais acelerados, pode-se ter a impressão de que o passado – e até as lições dos nossos antepassados – está sendo deixado para trás ao passo que estes avanços tomam lugar nas nossas vidas cotidianas. Entretanto, as evidências mostram o oposto.

De fato, a sociedade como um todo ainda nutre um grande fascínio por aquilo que é antigo e também por aqueles que nos antecederam. Lugares como o Museu do Índio em Goiânia, uma extensão do museu de mesmo nome localizado no Rio de Janeiro, são atração para milhares de turistas e habitantes da cidade, que mesmo não tendo antepassados indígenas querem conhecer mais sobre os nativos da nação. O mesmo se dá no museu antropológico da Universidade Federal de Goiás, que possui grandes acervos etnográficos e arqueológicos.

O mundo do entretenimento acaba por refletir esse fascínio de diversas maneiras. Filmes, músicas, peças de teatro e jogos são criados em torno de figuras históricas ou por meio da interação de um jogador inserido em um período do passado. Uma das vertentes mais interessantes desse âmbito são os jogos de cassino que giram em torno desses povos antigos, trazendo tramas e elementos audiovisuais que remetem à antiguidade.

Foto Pixabay

Para além das quantias distribuídas em jogos de cassino, estes se destacam justamente por sua variação temática. Nos jogos de caça-níquel disponibilizados em plataformas como a LeoVegas, existe uma grande variedade de temas e enredos disponíveis para os usuários, que vão desde lendas antigas até o espaço sideral. Neste meio se encontram os jogos que tratam de sociedades antigas, seja de forma direta ou como uma linha “auxiliar” à aventura de um outro personagem.

Um jogo que coloca sociedades antigas em primeiro plano é Aztec Gold. O povo asteca, que ocupou e dominou o centro do México entre os séculos XIII e XVI, era conhecido por produzir vários ornamentos e itens – incluindo utensílios de uso diário – a partir do ouro de suas terras. Isso é relembrado no mencionado caça-níquel, que apresenta não só símbolos dourados como também animais conhecidos da região, como águias, cobras e onças-pintadas.

Nessa mesma linha, temos o jogo Ramses Revenge. Este tem como origem o antigo faraó egípcio Ramsés II, também conhecido como Ramsés, O Grande. Seu reinado durou 66 anos, e alguns dos grandes feitos do império egípcio, como a construção de monumentos e templos, além da realização de campanhas militares que expandiram o império para muito além do rio Nilo, foram realizados sob a tutela desse faraó. No jogo em questão, o jogador explora as tumbas de Ramsés, que deixou vivos muitos tesouros valiosos.

Outro aspecto da intersecção entre jogos de cassino e a antiguidade são os jogos cujo maior foco é a aventura de um explorador em meio a ruínas de um povo antigo enquanto procura por itens preciosos. Este é o tema principal dos jogos de Rich Wilde, um herói com inspiração clara em Indiana Jones e Nathan Drake, da série Uncharted. Nos jogos de caça-níquel dos quais é personagem, Rich viaja o mundo todo atrás de ouro, pedras preciosas e outros itens de grande valor.

Estes jogos envolvem até mesmo a interação entre os videogames e os jogos de cassino em si. A clássica heroína Lara Croft, que ganhou fama por suas acrobacias em jogos do PlayStation – que foram fonte de inspiração para uma série de adaptações ao cinema – também toma forma nos jogos de cassino. Em Lara Croft: Temples and Tombs, vê-se uma extensão das aventuras da heroína ao redor do mundo, da mesma forma que acontece nos videogames da série.

Vê-se assim que mesmo com estes povos não mais fazendo parte do nosso dia-a-dia há séculos ou até milênios, ainda existe bastante espaço para eles em nossa imaginação. E são várias as razões para este fascínio, incluindo a vontade de ter feito parte das tradições e dos costumes dos nossos ancestrais pelo menos por um dia.


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