12 de setembro de 2026
ECONOMIA

Indústria goiana encerra 2025 com quarto maior crescimento do país

Segmentos que mais contribuíram para o crescimento em 2025 foram os produtos alimentícios, com alta de 3,1%
Indústria de fabricação de máquinas e equipamentos registrou expressiva expansão de 25,8% no ano. (Foto: Cristóvão Matos)
Indústria de fabricação de máquinas e equipamentos registrou expressiva expansão de 25,8% no ano. (Foto: Cristóvão Matos)

A indústria de Goiás encerrou o ano de 2025 com crescimento de 2,4%, desempenho que colocou o estado na quarta posição entre as unidades da Federação com maior expansão da produção industrial, segundo dados da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física Regional (PIM-), divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística () e validados pelo Instituto Mauro Borges de Pesquisa e Econômica (IMB).

O resultado goiano ficou acima da média nacional, que registrou avanço de 0,6% no acumulado de 2025. Além do desempenho relativo favorável, os dados indicam uma trajetória estável de crescimento, uma vez que o avanço da indústria em Goiás foi de 2,4% tanto no acumulado do ano quanto no acumulado em 12 meses, sinalizando consistência ao longo do período.

Entre os segmentos que mais contribuíram para o crescimento em 2025 estão os produtos alimentícios, com alta de 3,1%, além de áreas de maior valor agregado, como a fabricação de máquinas e equipamentos, que registrou expressiva expansão de 25,8% no ano.

“Encerrar o ano com um dos maiores crescimentos industriais do país demonstra a solidez da nossa economia e a efetividade das políticas públicas adotadas pelo estado. Mesmo diante de um cenário nacional mais desafiador, Goiás manteve desempenho acima da média brasileira, consolidando-se como ambiente competitivo para investimentos e produção”, afirmou o secretário de Estado de Indústria, e , Joel de Sant’Anna Braga Filho.

Outros segmentos industriais também impulsionaram o resultado anual, evidenciando a diversificação da estrutura produtiva do estado, como a fabricação de produtos químicos (5,9%), a confecção de artigos do vestuário e acessórios (14,5%), a fabricação de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (3,3%) e a fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias (6,1%).


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