28 de fevereiro de 2024
Brasil • atualizado em 02/09/2020 às 15:39

Golpes financeiros contra idosos aumentaram 60% na pandemia

O material de divulgação reforça o alerta de que o banco nunca liga pedindo senha, nem manda ninguém em casa para retirar cartão ou pegar informações. (Foto: Marcello Casal / Agência Brasil)
O material de divulgação reforça o alerta de que o banco nunca liga pedindo senha, nem manda ninguém em casa para retirar cartão ou pegar informações. (Foto: Marcello Casal / Agência Brasil)

Campanha lançada nesta quarta-feira (02), pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) com o apoio do MMFDH e do Banco Central do Brasil (BCB), revelou que a violência patrimonial contra idosos aumentou 60% durante o período da pandemia do novo coronavírus (Covid-19). A ação tem o objetivo de informar e conscientizar sobre as tentativas de golpes financeiros.

A solenidade de lançamento foi realizada no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), com a participação do presidente da República, Jair Bolsonaro, e da ministra da família e direitos humanos, Damares Alves.

Segundo a Febraban, os bancos investem R$ 2 bilhões por ano em segurança da informação para garantir tranquilidade e segurança a seus clientes e colaboradores. “A indústria dos golpes se sofisticou e hoje apresenta diversas formas de realizar fraudes, tais como centrais falsas, golpe do falso motoboy, golpe do whatsapp, troca do cartão, entre outros”, informa a Febraban.

Alertas

Outro dado levantado pela Comissão Executiva de Prevenção a Fraudes da Federação dos Bancos revela que, atualmente, 70% das fraudes estão vinculadas à tentativas de estelionatários em obter códigos e senhas.

O material de divulgação reforça o alerta de que o banco nunca liga pedindo senha, nem manda ninguém em casa para retirar cartão ou pegar informações. “Não clique em links recebidos por mensagem, pedindo senha ou dados pessoais. Nunca passe sua senha para ninguém, nem mesmo para amigos e familiares. Evite fazer transferências para contas desconhecidas”, completa.

Na oportunidade, a ministra Damares Alves lembrou que cuidar dos idosos é direitos humanos. “A pandemia trouxe um saldo absurdo para o Brasil, mas nós priorizamos a população idosa, esse segmento que foi esquecido por tantos anos”, disse.


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