17 de agosto de 2022
Relações Internacionais

Goiás tem que pensar relação com chineses a longo prazo, diz CEO do LIDE China

Segundo José Ricardo dos Santos Luz Júnior, há perspectiva de um maior intercâmbio comercial especialmente na área tecnológica
Copresidente e CEO do LIDE China: "A China vê o Brasil não em um mandato de quatro anos, mas a logo prazo" (Foto: Reprodução)
Copresidente e CEO do LIDE China: "A China vê o Brasil não em um mandato de quatro anos, mas a logo prazo" (Foto: Reprodução)

O copresidente e CEO do LIDE China, José Ricardo dos Santos Luz Júnior, afirmou, durante participação no programa DG Entrevista, que Goiás precisa pensar sua relação com os chineses a longo prazo.

Atualmente, a China é o maior parceiro comercial do estado, sendo o principal destino das exportações e, ao mesmo tempo, o principal país de origem das importações.

Segundo José Ricardo, a China pretende intensificar o intercâmbio na área tecnológica e, por isso, seria interessante criar centros de pesquisa, estudo e inovação a fim de capacitar a população.

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Para ele, é importante que o empresariado goiano tenha essa compreensão para que haja uma maior aproximação entre Goiás e China, com diversificação da pauta comercial.

O mesmo se aplica em relação ao âmbito nacional. Apesar das divergências políticas do governo do presidente Jair Bolsonaro (PL), houve um aumento dos negócios entre os dois países.

“A China vê o Brasil não em um mandato de quatro anos, mas a logo prazo e como um parceiro estratégico global”, disse o copresidente e CEO do LIDE China, uma plataforma que conecta empresários brasileiros e chineses.

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Os chineses, de acordo com ele, não buscam “prevalecer sua ideologia”, e “são muito pragmáticos, sempre focando em comércio e investimento”.

Na entrevista, José Ricardo também comentou sobre o impacto da política de Covid zero nos negócios e a recente cúpula do Brics, grupo que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul e “oferece mais representatividade aos países emergentes”, engajados em “uma reforma na governança global”.

Veja a íntegra no vídeo abaixo:

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