15 de julho de 2026
PNAD Contínua

Goiás tem menor taxa de desemprego da história, diz IBGE

Até então, o índice mais baixo havia sido assinalado em 2012, quando era de 5%. Por outro lado, o mais alto foi em 2020, ano de pandemia de Covid-19
Índice goiano em 2025 foi o menor para a história do estado. (Foto: SGG)
Índice goiano em 2025 foi o menor para a história do estado. (Foto: SGG)

Goiás atingiu, em 2025, seu índice mais baixo de desemprego na história, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua). Os dados mostram que o estado fechou o último ano com 4,6% da população desempregada, o menor numa série histórica que começou em 2012.

Até então, o índice mais baixo havia sido assinalado em 2012, quando era de 5%. Por outro lado, o mais alto foi em 2020, ano de pandemia de Covid-19, quando 13,2% dos goianos estavam fora do mercado de trabalho.

A taxa de desemprego de Goiás foi a oitava menor do país. Os menores índices foram registrados em Mato Grosso (2,2%), Santa Catarina (2,3%), Mato Grosso do Sul (3%), Espírito Santo (3,3%) e Rondônia (3,3%). Ainda à frente de Goiás estão Paraná (3,6%) e Rio Grande do Sul (4%). Por outro lado, Piauí (9,3%), Pernambuco (8,7%) e Bahia (8,7%) tiveram os percentuais mais elevados.

A taxa anual de desemprego no país ficou em 5,6% em 2025, contra 6,6% em 2024. No quarto trimestre do ano passado, a taxa foi de 5,1%. No quarto trimestre de 2025, o país tinha 1,1 milhão de pessoas que buscavam por trabalho há dois anos ou mais, o que representa uma queda de 19,6% em relação ao mesmo trimestre de 2024, quando 1,3 milhão de pessoas estavam nessa condição. O mesmo contingente de 1,1 milhão de pessoas buscavam por trabalho há menos de um mês, redução de 23,1% antes o mesmo trimestre de 2024, quando 1,4 milhão de pessoas buscavam uma ocupação há menos de um mês.

Informalidade em Goiás no patamar mais baixo

Quanto à taxa de informalidade trimestral, a PNAD Contínua indicou percentual de 35,1% para Goiás no quatro trimestre de 2025. Foi a primeira alta após uma sucessão de quedas que se manteve por cinco trimestres. O resultado corresponde a 1,4 milhão de pessoas ocupadas em situação de informalidade na semana de referência da pesquisa.

No Brasil, o índice foi de 37,6%, o segundo valor mais baixo da série histórica iniciada no 4o trimestre de 2015 – atrás apenas do obtido no segundo trimestre de 2020 (36,6%). Ainda assim, ele se manteve acima do goiano, como acontece desde o primeiro trimestre de 2022. Com isso, estima-se um total de 38,7 milhões de indivíduos que atuam em condição de informalidade no país.


Leia mais sobre: / / Economia