07 de setembro de 2026
Goiás Esporte Clube • atualizado em 15/03/2026 às 19:18

Goiás: Paulo Rogério Pinheiro celebra título do Goianão e cutuca adversários: “Choram as rosas”

Paulo Rogéiro Pinheiro - Goiás Esporte Clube (Foto - Leo Iran)
Paulo Rogéiro Pinheiro - Goiás Esporte Clube (Foto - Leo Iran)

Após a conquista do 29º título do Campeonato Goiano, o presidente do Conselho Deliberativo do Esporte Clube, , destacou os fatores que, na avaliação dele, foram determinantes para a vitoriosa do clube na temporada. O Verdão confirmou a conquista estadual ao empatar em 0 a 0 com o Atlético Goianiense, no Estádio Hailé Pinheiro, neste domingo (15) – resultado suficiente após a vitória por 2 a 0 no primeiro confronto da final.

Em entrevista concedida a Televisão Brasil Central após a partida, Paulo Rogério Pinheiro ressaltou o desempenho da equipe ao longo da competição e afirmou que o título simboliza a quebra de marcas importantes dentro do campeonato. “Nós quebramos todos os tabus neste ano. Melhor clássico, melhor campanha, melhor goleiro, artilheiro, maior público, maior renda. Invicto. Incontestável, o maior do acordou”, afirmou ao comentar a trajetória esmeraldina até a conquista. Durante a entrevista, o dirigente fez uma provocação em tom de rivalidade ao celebrar o título estadual. “Agora chora as rosas, como sempre”, afirmou.

O dirigente também fez questão de destacar o trabalho realizado nos bastidores, apontando o diretor de futebol Michel Alves e o técnico Daniel Paulista como peças fundamentais na reconstrução da equipe. Segundo ele, a reorganização do departamento de futebol foi determinante para a conquista. “A virada para mim foi o Michel Alves. Ele é um diretor de grande empresa, que impõe respeito no vestiário. Todas as contratações são dele. O Michel e o Daniel que levam os louros, os dois”, declarou.

O dirigente ainda projetou a sequência da temporada, especialmente a disputa da Série B do Campeonato Brasileiro. Ele destacou a importância do da torcida ao longo da competição e pediu presença constante nas arquibancadas da Serrinha. “Se o torcedor entender que todos os jogos do Brasileiro são decisões e lotar o estádio, com 12 mil ou 15 mil pessoas, já é um grande fator. Vai ser jogo a jogo”, afirmou. Segundo ele, a condução das contratações e do planejamento do futebol seguirá centralizada na diretoria comandada por Michel Alves.


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