05 de outubro de 2026
MERCADO EM DESACELERAÇÃO

Goiás abre média de 6,7 mil empregos por mês em 2026, mas número é 34% menor que no ano passado

Neste ano, são pouco mais de 47 mil novos postos de trabalho em sete meses. No ano passado, saldo passava de 70 mil

fechou julho com saldo de 3.581 novos empregos, segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregos e Desempregados (Caged). É o segundo mês consecutivo de alta depois de um fechamento de 2.523 postos de trabalho em maio, de acordo com a avaliação mensal a partir dos dados do Ministério do Trabalho e Emprego.

Com o resultado de julho, Goiás chega a um saldo de 47.285 empregos gerados em 2026 – uma média de 6.755 por mês até aqui. Há, porém, uma queda de 33,9% na comparação com o mesmo período do ano passado, quando eram 71.546 em sete meses – média de 10.220 novos postos de trabalho a cada mês.

A desaceleração é nacional. Segundo especialistas, o fenômeno é explicada por uma combinação de juros restritivos, proximidade dos índices de pleno emprego e um forte descompasso de qualificação. Os dados mais recentes do Instituto Brasileiro Geografia e Estatística (IBGE) apontam que, no primeiro trimestre de 2026, a taxa de desemprego no estado estava em 5,1%, muito próximo do que é considerado pleno emprego.

Para julho, o setor que mais colaborou foi o agronegócio, com 1.754 novas vagas. Depois aparece a construção, com 1.475. A , com 527, e os setor de , com 300, também tiveram saldos positivos. Somente o teve resultado negativo, com saldo de 472 demissões.


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