09 de agosto de 2022
Abrandamento

Goiânia irá flexibilizar uso de máscaras em locais abertos

O índice de vacinação na capital goiana, que está com 75,32% da população justifica a medida
O índice de vacinação na capital goiana, que está com 75,32% da população justifica a medida (Foto: Reprodução MP-GO)
O índice de vacinação na capital goiana, que está com 75,32% da população justifica a medida (Foto: Reprodução MP-GO)

A Prefeitura de Goiânia irá flexibilizar o uso de máscaras em locais abertos. Acessório usado para conter o avanço da Covid-19 e obrigatório desde o começo da pandemia, a flexibilização se dará num momento de apaziguamento do contágio. O medida será anunciada na manhã desta sexta-feira (11/03) no Paço Municipal.

Na coletiva de apresentação da medida à imprensa, o prefeito Rogério Cruz (Republicanos) também anunciará ações de retomada pós-pandemia nos serviços em setores como infraestrutura, cultura, esporte e economia.

A flexibilização do uso de máscara em ambientes abertos leva em conta recomendação aprovada pelo Centro de Operações Especiais de Goiás (COE-GO), o índice de vacinação na capital goiana, que está com 75,32% da população com idade acima de 05 anos imunizada com duas ou dose única da vacina contra Covid-19, e o reforço vacinal aplicado em mais de 430 mil goianienses. A medida já é adotada em Anápolis.

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Ontem (09/02), o secretário de Saúde, Ismael Alexandrino, pontuou que a medida seria deliberada em âmbito estadual na semana que vem em reunião com secretários municipais de Saúde. Ele pontuou em entrevista à Rádio Sagres, que se a tendência da contaminação continuar como está, não haveria motivos para que a obrigatoriedade continuasse, afinal de contas, o contágio está saindo da classificação de pandêmica para epidemia.

“A orientação estadual deve vir na próxima semana, caso a tendência atual permaneça. Estamos com o quantitativo muito baixo, a vacinação tem feito grande diferença”, declarou o secretário. De acordo com Alexandrino, a cada 100 mil pessoas, 483 pessoas não vacinadas ou com ciclo incompleto precisaram de internação.  Aquelas vacinadas representavam 23 internações, um quantitativo bem menor.

Caso haja a desobrigação do uso de máscara para locais abertos, o avanço para flexibilização em lugares fechados será gradativa. “E depois cada pessoa faz sua avaliação”, destacou, pontuando que o contágio está em fase para sair do estado de pandemia para epidemia. Nesse caso, as atitudes passam a ser individuais.

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