O Prêmio Laureus voltou a consagrar a elite do esporte mundial em 2026, reafirmando seu status como o “Oscar do esporte”, uma das premiações mais prestigiadas do planeta. Criado em 2000, o Laureus reconhece anualmente os maiores nomes do esporte global, com vencedores escolhidos por uma academia formada por lendas de diversas modalidades, em uma cerimônia que reúne ídolos, dirigentes e personalidades e é transmitida para milhões de pessoas ao redor do mundo .
Na edição realizada em Madri, o domínio do tênis foi evidente. O espanhol Carlos Alcaraz foi eleito o melhor atleta masculino do ano, enquanto a bielorrussa Aryna Sabalenka ficou com o prêmio de melhor atleta feminina, consolidando uma temporada marcada por títulos e consistência no circuito internacional . Outros destaques da noite incluíram o PSG como equipe do ano, Lando Norris como revelação e Rory McIlroy pelo retorno mais impressionante .
Mas foi o Brasil que teve um dos momentos mais emblemáticos da premiação. O nadador paralímpico Gabriel Araújo, o “Gabrielzinho”, conquistou o prêmio de melhor atleta com deficiência do mundo, colocando novamente o país no topo do esporte paralímpico global. O reconhecimento veio após uma sequência de conquistas expressivas, incluindo medalhas de ouro em competições internacionais, reforçando sua posição como um dos grandes nomes da natação paralímpica .
A vitória de Gabrielzinho tem peso histórico e simbólico. Ele se junta a uma tradição de excelência do Brasil na natação paralímpica, seguindo os passos de ídolos como Daniel Dias, e evidencia a força do país em uma das áreas mais respeitadas do esporte mundial. Em um evento dominado por estrelas globais, o brasileiro ganhou protagonismo e visibilidade em meio aos maiores nomes do planeta.
Mais do que premiar resultados, o Laureus celebra histórias, superação e impacto global no esporte. Em 2026, além de coroar Alcaraz e Sabalenka, a cerimônia destacou o poder transformador do esporte paralímpico com Gabrielzinho, reafirmando que conquistas dentro da água — ou de qualquer arena — têm alcance muito maior do que medalhas: representam inspiração e mudança de perspectiva no cenário esportivo mundial.
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