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Que a cena de rock em Goiás é grande, todo mundo sabe. Mas a visão de que o rock goiano é apenas goianiense permanece para a maioria das pessoas. Com o objetivo de trazer uma nova perspectiva sobre a cena underground no estado, as jornalistas Rayka Martins e Sarah de Oliveira produziram o documentário “Interior na rota do Rock”, que desmente a ideia de que o rock só tem público em Goiânia.

Durante 23 minutos, o curta mostra a história do rock em cinco cidades goianas: Anápolis, Inhumas, Piracanjuba, Uruaçu e Senador Canedo. O festival mais tradicional de todas as cidades pesquisadas é o Festival Goiaba Rock, de Inhumas, que é realizados desde 2005.

Após isso, foram criados o Anápolis Metal, em 2008, e o Paralelo Sonoro, em 2009, em Anápolis; Brejo Festival, em 2009, em Piracanjuba; Festival Rockcriativo, em 2011, em Senador Canedo; e Festival Gaffurina, em 2012, em Uruaçu. Segundo o levantamento feito pelas jornalistas, o maior desafio dos produtores que realizam os festivais no interior de Goiás é a conquista de incentivo.

“Pela falta de bares, boates, locais onde as pessoas possam curtir rock, os produtores começaram a fazer festivais de rock nas ruas, em praças. O documentário mostra a trajetória dos produtores e, principalmente, a dificuldade em conseguir incentivo. Só Piracanjuba tem apoio da Prefeitura. Nas outras cidades, os produtores têm que correr atrás de patrocínio privado”, explicou Rayka Martins.

Para a jornalista, os festivais são muito importantes para os municípios do interior. Além de ter um público mais cativo que na capital, também é um ambiente para o fomento da cultura, inclusive, local. “Como tem só um festival na cidade, geralmente as pessoas passam o ano inteiro esperando só aquele evento. Só em Anápolis que tem dois festivais. Todos tentam manter o mês de realização do evento”, afirmou.

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Neste contexto, os festivais contam com apresentação de bandas de pequeno e médio porte, raramente convidando atrações nacionais. Uma banda de destaque do documentário é a Shallrise, que nasceu única e exclusivamente para tocar no Anápolis Metal. “É uma banda que surgiu inspirada no festival. Eles estão na ativa ainda, continuam tocando”, comentou Rayka Martins.

O documentário foi inteiramente produzido, filmado e editado pelas jornalistas que à época eram estudantes de Jornalismo. Hoje, formadas, Rayka e Sarah, montaram a produtora de vídeo e fotos, Treim Produções, para dar continuidade ao projeto de produção de imagens. O curta está disponível no Youtube. 

Veja o documentário:

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