21 de maio de 2024
Internet

Entenda o ‘Twitter Blue’, que vai cobrar mensalidade e liberar selo de verificação e textos mais longos

Planos pagos são a partir de R$ 36 e permitem "benefícios"; confira
O Twitter Blue oferece novos recursos aos assinantes à medida que são disponibilizados. (Imagem: divulgação)
O Twitter Blue oferece novos recursos aos assinantes à medida que são disponibilizados. (Imagem: divulgação)

O Twitter, que após a gestão Elon Musk, não tem nem assessoria de imprensa, liberou, no Brasil, o “Twitter Blue”, novo plano pago idealizado pelo dono bilionário Elon Musk. Vai funcionar assim: serão pagamentos mensais a partir de R$ 36, se for anual, e R$ 42, se for mensal.

Para quem assinar, haverá benefícios como selo de verificação azul – que era direcionado apenas para pessoas públicas como artistas, jornalistas e políticos, mais visibilidade do perfil a respostas, ver metade dos anúncios na plataforma e publicar textos e vídeos mais longos.

Além disso, os assinantes ainda poderão ter acesso antecipado para testar ferramentas em desenvolvimento, como a opção de editar tuítes ou fazer uploads de vídeos em alta qualidade de imagem. A rede social chegou a disponibilizar uma página dentro da rede social para fazer esclarecimentos sobre o “Twitter Blue”.

Na introdução consta: “Estamos explorando formas de levar a experiência do Twitter a outro nível, e o Twitter Blue é só o começo. Essa assinatura mensal paga e personalizável oferece acesso exclusivo a recursos premium que permitem personalizar sua experiência com o Twitter”.

Em relação aos textos mais longos, a página diz: “se você for assinante do Twitter Blue poderá criar Tweets mais longos […] agora você pode digitar até 4 mil caracteres. Por enquanto, Tweets mais longos na web não podem ser salvos como rascunhos ou agendados para envio posterior, mas não se preocupe, Twitter ainda é Twitter”.

Mas por que lançar o Twitter Blue

É óbvio que, com estes planos pagos, Elon Musk quer mais uma fonte de receita para a rede social – que inclusive sofre com prejuízos – e, claro, para seu bolso. Para cortar gastos, inclusive, o bilionário demitiu 80% dos funcionários, mais de seis mil pessoas.

Vale lembrar que Musk, em meio às inúmeras críticas sobre suas ações, chegou a publicar uma enquete no próprio Twitter perguntando se deveria continuar ou não como presidente-executivo. A maioria das pessoas votou na opção onde ele deixa o cargo e o empresário afirmou que faria isso. Até agora, porém, ele não se demitiu como pediram as milhares de pessoas.


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Carlos Nathan Sampaio

Jornalista formado pela Universidade Federal e Mato Grosso (UFMT) em 2013, especialista Estratégias de Mídias Digitais pelo Instituto de Pós-Graduação e Graduação de Goiânia - IPOG, pós-graduado em Comunicação Empresarial pelo Senac e especialista em SEO.