15 de julho de 2024
Destaque 2

Em rigido lockdown, Araraquara proíbe até a circulação de carros

Edinho Silva (PT) gravou vídeo pedindo união e dizendo que o momento é o pior da história de Araçatuba (Foto: Reprodução)
Edinho Silva (PT) gravou vídeo pedindo união e dizendo que o momento é o pior da história de Araçatuba (Foto: Reprodução)

A prefeitura de Araraquara, no interior de São Paulo, decidiu impor rigor no lockdown da cidade e a partir do meio-dia de amanhã (21) até à meia noite de terça-feira, fechará todo o comércio, incluindo estabelecimentos que antes eram considerados essenciais como bancos, indústrias, supermercados e postos de combustíveis – este último poderá funcionar com ressalva. Com informações do Estadão.

Até os ônibus do transporte público não poderão circular. O decreto será publicado ainda neste sábado (20/02) e quem for pego fora de casa terá de comprovar que está em situação de emergência. Apenas farmácias e estabelecimentos de saúde podem funcionar.

Os postos de combustível poderão abrir mas apenas para abastecer veículos de serviços públicos municipais, estaduais e federais, como a Polícia Militar. As pessoas podem sair de casa apenas se necessário atendimento médico, compra de remédio e trabalho em serviço essencial. A multa para quem sair sem necessidade pode chegar até a R$ 6 mil reais.

A decisão se dá após a cidade registrar cinco mortes pela Covid-19 na sexta-feira (19/02), dia em que pelo quinto dia consecutivo, Araçatuba registrou 100% de ocupação de leitos. Pacientes estão sendo transferidos para outras cidades. 

Pelas redes sociais nesta sexta-feira (19/02) o prefeito Edinho Silva (PT) gravou um vídeo apelando para as pessoas respeitarem o distanciamento social. “Eu venho conversar com vocês da necessidade que nossa cidade tem de estarmos unidos para enfrentarmos este momento. O pior da história recente desta cidade”, destacou.

Veja na íntegra o vídeo de Edinho:


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Domingos Ketelbey

Jornalista e editor do Diário de Goiás. Escreve sobre tudo e também sobre mobilidade urbana, cultura e política. Apaixonado por jornalismo literário, cafés e conversas de botequim.