O grupo de trabalho que atua para a implementação do campus da Universidade Federal de Goiás (UFG) em Anápolis cumpriu agenda em Brasília num debate sobre a programa pedagógico a ser ofertado na futura unidade universitária. A reunião ocorreu com representantes de diversos órgãos, como os ministérios da Saúde; do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços; e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
A reunião também contou com presenças de nomes da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). O objetivo, segundo a UFG, é trabalhar o projeto para transformar o cenário de inovação do complexo econômico-industrial da saúde em Goiás. O encontro foi articulado por Pedro Ivo Sebba, secretário de Competitividade e Política Regulatória (SCPR) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).
“Tivemos o privilégio de realizar esse momentos com representantes de áreas fundamentais para que o Centro se efetive. O próximo passo é seguir avançando e dialogando, também com a indústria, para despertar e expressar o impacto que o campus terá terá”, defendeu Tasso Leite, Assessor Especial de Relacionamento Interinstitucional do Gabinete da Reitoria.
Foram apresentados dados sobre a viabilidade, mercado de trabalho e demais informações relacionadas à oferta de graduação, especialização e pós-graduação na região, bem como das instituições de ensino superior que atuam em Anápolis, e próxima a ela. “Nosso objetivo foi apresentar a viabilidade do projeto, reforçando os desafios mas também toda a potencialidade que está nessa região”, frisou Paulo Henrique Cirino, Secretário de Planejamento, Avaliação e Informações Institucionais (Secplan/UFG).
Já o MDIC apresentou políticas públicas e estratégias do ministério para o Complexo Econômico Industrial da Saúde, que englobou discussões sobre a missão da Nova Indústria Brasil, questões relacionadas à propriedade industrial e infraestrutura da qualidade, além de ações para o desenvolvimento do setor produtivo nacional.
Segundo a comissão da UFG, a expertise da instituição no desenvolvimento de tecnologia e inovação poderá não só contribuir com a formação de profissionais, mas também criar inovações que facilitem o cotidiano da cidade, sobretudo do polo farmoquímico.
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